Entenda as diferenças
“Geralmente, a abdominoplastia é indicada para pacientes que apresentam flacidez cutânea em todo o abdome (acima e abaixo do umbigo) e perda da definição da cintura por frouxidão da musculatura abdominal acima e abaixo do umbigo também. Esses fatores costumam ser encontrados em pacientes que apresentaram grande perda de peso, gestações com ganho de peso maior do que 8 quilos, duas ou mais gestações ou ainda gestações gemelares”, explica o médico.
Nesse procedimento, a cicatriz fica na região logo acima do púbis, semelhante à da cesárea e se estende para as laterais, conforme o grau de flacidez do paciente. “O ideal é posicioná-la em área possível de se cobrir com as peças íntimas”, pontua Dênis. Ao redor do umbigo também há uma cicatriz, porém, imperceptível. Na maioria dos casos, em três semanas o paciente está liberado para esforços leves e após dois meses para todas as atividades.
Já na miniabdominoplastia, os cuidados na recuperação são basicamente os mesmos e as principais diferenças são o tempo de recuperação, que geralmente é menor, e a cicatriz. “Na miniabdominoplastia, a cicatriz acima do púbis é menor, sendo praticamente um leve prolongamento lateral da cicatriz de uma cesárea. E não há cicatriz ao redor do umbigo”, afirma.
Tanto na abdominoplastia quanto na mini, o paciente deve apresentar peso adequado para realizar o procedimento. “Mesmo quando se opta pela associação da abdominoplastia com a lipoaspiração, grande parte da gordura se encontra dentro da cavidade abdominal e não pode ser removida durante a cirurgia. Também é importante mencionar que a obesidade em si é um fator de risco para complicações clínicas como trombose e embolia pulmonar. Em hipótese nenhuma podemos expor o paciente a esses riscos, principalmente quando se trata de um procedimento estético”, alerta o cirurgião.
Clínica de Cirurgia Plástica Dr. Dênis Alberto
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