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Sífilis volta a preocupar

Doença cresceu 20,9% entre as gestantes nos dois últimos anos

O aumento do número dos casos de sífilis voltou a preocupar as autoridades de saúde. Segundo dados do Boletim Epidemiológico de 2016 do Ministério da Saúde, entre os anos de 2014 e 2015, a sífilis adquirida teve um aumento de 32,7%, a doença em gestantes cresceu 20,9% e a congênita subiu 19%. As autoridades do setor têm como foco diagnosticar os casos precocemente no início do pré-natal e encaminhar a paciente imediatamente para tratamento com penicilina.

Segundo o Ministério da Saúde, essa é uma doença causada pela bactéria Treponema pallidum e pode apresentar várias manifestações clínicas e diferentes estágios. Nos estágios primário e secundário da infecção, a possibilidade de transmissão é maior. “A sífilis é transmitida pelo contato sexual ou da gestante para o feto em qualquer fase da gravidez ou da doença. Por isso, é essencial a realização do pré-natal”, alerta Dr. Pedro Oliveira, diretor médico da ePharma, empresa líder no mercado de assistência de benefícios farmacêuticos.

Ele ainda lembra que a falta de acompanhamento pode prejudicar o futuro do bebê, já que a doença pode se manifestar logo após o nascimento ou durante os primeiros dois anos de vida. Segundo o médico, entre os sintomas ao nascer, a criança pode ter pneumonia, feridas no corpo, cegueira, problemas ósseos, surdez ou deficiência mental. “Para alguns casos, a sífilis pode ser fatal para o bebê”, alerta Dr. Pedro Oliveira.

O Ministério da Saúde informou ainda que foram notificados 65.878 casos de sífilis adquirida no Brasil, em 2015, sendo a maioria em homens (60,1%).

Conheça abaixo os sinais e sintomas da sífilis:

Sífilis primária

Sífilis secundária

Sífilis latente – fase assintomática

Sífilis terciária

(Fonte: Ministério da Saúde)

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