Há exatos 21 anos, no dia 2 de março de 1996, o avião que levava os integrantes do grupo Mamonas Assassinas de Brasília até Guarulhos caiu na Serra da Cantareira, matando a trupe guarulhense composta por Dinho, Bento, Sérgio, Samuel e Júlio, mais dois tripulantes, um assistente de palco e um segurança. A banda voltava do último show de uma turnê pelo País.
Quem via não acreditava: de uma banda formada no Parque Cecap (Utopia), que mal vendeu cem cópias, para o megafenômeno nacional que alcançou a surpreendente marca de três milhões de cópias vendidas, sendo um milhão em apenas cem dias de seu único disco, que fez história em um país recém-saído da Ditadura Militar. Foram nove meses que marcaram a música brasileira de forma inusitada.
O trágico acidente aéreo que chocou o Brasil naquela noite interrompeu a carreira da trupe, mas jamais o sucesso da Brasília amarela que ‘tá’ de portas abertas, pra ‘mode’ a gente se amar… (Dá para apostar que você continuou a música e ficou com saudades).
