Ícone do site Click Guarulhos

Não haverá cobrança para entrar no Parque Ibirapuera

Circula nas redes sociais texto sobre possível cobrança para acesso ao parque Ibirapuera. A mensagem diz que paulistano passará a pagar R$ 7,55 para acessar uma das principais atrações da capital. O boato é antigo e circula há anos, mas ganhou força novamente após a Prefeitura iniciar o processo de concessão de parques à iniciativa privada.

A administração da capital informou que ‘não haverá cobrança para ingresso nos parques públicos. O programa de concessão da prefeitura para os parques, que ainda está em fase de recebimento de estudos, tem como premissa básica garantir a gratuidade para entrada dos usuários’.

Confira o boato que circula pela internet: 

Paulistano pagará R$ 7,55 para entrar no Parque do Ibirapuera. Animais não-felinos de pequeno porte entrarão de graça. Um dos destinos turísticos mais populares da cidade de São Paulo, o Parque do Ibiraquera começará a cobrar dos visitantes uma taxa de acesso e majestificação da floresta urbana, a primeira da capital. Com o preço do algodão doce e da pipoca atingindo valores recordes, a Prefeitura de São Paulo anunciou hoje que decidiu implementar a taxa com o objetivo de equiparar os valores gastos pelo cidadão no parque à realidade atual da cidade. ‘Temos que entender que São Paulo é uma cidade de custo de vida elevado e que usufruir do esplendor de um parque como o Ibirapuera tem um alto valor para o cidadão”, afirma Eduardo Jardim, coordenador da Secretaria de Parques e Canteiros. ‘Não queremos espantar os visitantes. Queremos é dar uma qualidade melhor a quem nos visita.’ Segundo Jardim, a taxa de entrada será cobrada a partir do dia 15 do próximo mês e o valor arrecadado deve ser aplicado em infraestrutura, lubrificação do teto da oca, higienização da área do bananal, limpeza pública, alimentação de gatos e saneamento. ‘Passamos por um momento de crise financeira e temos que reconhecer que o dinheiro que precisamos não cresce em árvore’, conclui Jardim. Entre as medidas adicionais para enfrentrar a crise de receitas, o parque estuda tornar as bienais de arte em semestrais, além do arrendamento do Planetário para um consórcio de buffets de casamento. Contatada pela reportagem, a assessoria do parque informou que, com o intuito de facilitar o troco, o valor cobrado dos paulistanos para adentrar as dependências no Ibirapuera será de R$ 7,55 por dia. Os assessores também adiantaram que o nome do parque mudará para Novo Ibira e nas bilheterias do parque será respeitada a lei de meia-entrada para estudantes, a não cobrança de crianças menores de cinco anos e a isenção a idosos com mais de 65 anos.

Sair da versão mobile