Após autorizados pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), os hospitais Albert Einstein e Sírio Libanês, em conjunto com pesquisadores da USP, estão passando a aplicar plasma de pacientes recuperados de covid-19 em outros que estão em estado grave.
A técnica foi aplicada com êxito em adoentados da China e autorizada excepcionalmente nos Estados Unidos pela FDA, organismo equivalente à Anvisa do Brasil. A agência norte-americana alerta que não estudos clínicos conclusivos e que não foi em todas as doenças que aplicar plasma de uma pessoa recuperada em outra que está enferma deu resultado.
Segundo o médico Luiz Vicente Rizzo, diretor de pesquisa do Hospital Albert Einstein, se a utilização do plasma de pacientes recuperados mostrar bons resultados, a esperança é que isso evite que muitos infectados pelo coronavírus tenham de ir para a UTI, pois essa é a maior preocupação, já que o número de UTIs tende a ser insuficiente para todas as necessidades se não houver uma solução que evite que tantas pessoas possam precisar de tratamento intensivo simultaneamente.
A mesma técnica e sua explicação é defendida por um médico cujo vídeo circula nas redes sociais, aqui reproduzido.
Plasma de pessoas curadas de covid-19 começa a ser usado em pacientes graves
