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Com 12.056 casos e 553 mortes por covid-19, Brasil quase perde o ministro da Saúde nesta segunda

Somando números das secretarias estaduais de todo o País, o Brasil atingiu nesta segunda-feira, 6/4, 553 mortes atribuídas ao novo coronavírus e 12.056 casos de contaminação confirmada por exames.

Enquanto há dependência de análise de mais de 10 mil exames para se saber qual o número exato de infectados e o estado de São Paulo prorroga a quarentena por mais 15 dias, o presidente Jair Bolsonaro convocou reunião de todos os ministros para as 17h. Estava previsto que iria exonerar o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, que, apesar de subordinado ao chefe do Executivo, manteve os critérios técnicos recomendados pela Organização Mundial da Saúde e de sua própria equipe, no sentido de recomendar o isolamento social às famílias brasileiras. O nome do deputado federal Osmar Terra (MDB/RS), ex-ministro da Cidadania do próprio governo Bolsonaro, é o mais citado entre os prováveis substitutos de Mandetta.

No entanto, à última hora, o presidente resolveu manter Mandetta no cargo, segundo notícias de bastidores devido a aconselhamento da ala militar do governo, que é favorável à manutenção do isolamento.

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