O general Eduardo Pazuello teria pedido exoneração do cargo de ministro da Saúde. Em sua presença, o presidente Jair Bolsonaro conversou com a cardiologista Ludhmila Hajjar, do Incor e da rede Vila Nova Star.
Analistas políticos opinam que a troca, se houver, seja por essa médica ou por qualquer outro profissional, não provocará grandes mudanças se a linha de atuação continuar sendo definida por Bolsonaro. Assim, o Brasil encontra-se em uma encruzilhada: se for alguém que deseje agir de acordo com a Ciência, o presidente não aceitará nomear. Se for alguém que aceite só fazer o que o presidente mandar, o país continuará perdendo a guerra para o vírus.
Hajjar é a favor do isolamento e contra o uso da cloroquina. Seu nome é defendido por parlamentares do PP e do DEM e já havia sido cogitado para substituir Luiz Henrique Mandetta.
Pazuello afirma continuar no cargo
No entanto, o ministro nega que tenha pedido para sair e afirma que continua no cargo. Não justificou, entretanto, qual o motivo para a conversa do presidente da República com a cardiologista.
