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Conselho da Pessoa Idosa elege representantes nesta sexta-feira

De acordo com a publicação no Diário Oficial de Guarulhos do dia 19 de agosto, na pág. 36, nesta sexta-feira, dia 26/08 haverá a apresentação de candidatos e eleição dos membros da sociedade civil para o CMDPI – Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa – biênio 2022/2024.

A programação será a seguinte:

Não haverá prorrogação dos horários estabelecidos

São eleitores, com direito a voz e voto, aqueles indicados por Instituição de atendimento e defesa dos idosos, assim como aqueles indicados pelos grupos organizados de terceira idade e idosos munícipes, bem como todo idoso que estiver presente na assembleia, dentro das normas estabelecidas.

O credenciamento será feito no local da Assembleia, das 9h às 10h, e somente terão direito a voto os eleitores que assinarem a lista de presença, com apresentação de documento válido com foto.

SÃO ESTES OS CANDIDATOS AO CMDPI:

Entidades que se dediquem ao trabalho de atendimento a pessoa idosa

Segmento da Sociedade Civil que se dediquem ao trabalho de defesa da pessoa idosa

Segmento da Sociedade Civil: Grupos organizados da terceira idade

Representante das pessoas com mais de 60 anos – Representantes Munícipes:

De acordo com o Regimento, todos os candidatos e eleitores terão direito a 1 (um) voto em cada segmento da cédula que irão receber.

A composição dos eleitos será:

Importante: Caso seja assinalado um número maior do definido neste artigo, será considerado nulo o voto do respectivo segmento.

Orozina Aparecida Costa, a Zina do Instituto Acolher, enfatiza a importância de comparecer e votar:

“Você pode ajudar a decidir quais as instituições e pessoas que irão defender os direitos da Pessoa Idosa de Guarulhos”, afirma.

Ela conta que recentemente alguém lhe perguntou o motivo pelo qual não desistiu do Conselho, se já teve candidatura indeferida, assim como inscrição do Acolher. Responde que o tempo tem sido seu recurso mais valioso, cuida da mãe que tem Alzheimer há 12 anos, mas deseja ser conselheira porque acredita que possa contribuir para a construção e fiscalização das políticas públicas vigentes, começando pela revisão da legislação e do Regimento Interno, que é de 2011.

“Impossível deixar de considerar as necessidades e mudanças ocorridas nesse período”, conclui.

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