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Após ataques, Grupo Globo e Estadão adotam nova política sobre cobertura de massacres

São Paulo (SP), 27/03/2023 - Aluno ataca colegas e professoras à faca na Escola Estadual Thomázia Montoro, em Vila Sônia. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Após ataques, Grupo Globo e Estadão adotam nova política sobre cobertura de massacres, evitando assim o chamado “efeito contágio”.

Segundo os veículos Globo, a política adotada desde essa quarta-feira (5) será ainda mais restritiva: o nome e a imagem de autores dos ataques jamais serão publicados, assim como vídeos das ações.

Os veículos do Grupo Globo tinham há anos como política publicar apenas uma única vez o nome e a foto de autores de massacres como o ocorrido em Blumenau.

O objetivo sempre foi evitar dar fama aos assassinos para não inspirar autores de novos massacres. Essa política muda hoje e será ainda mais restritiva: o nome e a imagem de autores de ataques jamais serão publicados, assim como vídeos das ações.

A decisão segue as recomendações mais recentes de prestigiados especialistas no tema, para quem dar visibilidade a agressores pode servir como um estímulo a novos ataques.

Estudos mostram que os autores buscam exatamente esta “notoriedade”, por pequena que seja.

E não noticiamos ataques frustrados subsequentes, também para conter o chamado “efeito contágio”, diz a nota.

Veja nota de esclarecimento do Estadão no Twitter

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