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Dengue, chikungunya e zika: como prevenir essas doenças que podem levar a óbito

Foto: Arquivo/ Agência Brasil

Levantamento divulgado pelo Ministério da Saúde aponta que o número de casos de dengue no Brasil subiu quase 185% em 2022 ano na comparação com o ano anterior, alcançando a marca de 1,3 milhão de notificações. Foram registradas 909 mortes, número bastante expressivo. Os casos de chikungunya também tiveram um aumento expressivo, de 89,9%, em relação a 2021, somando 168,9 mil notificações. Em relação à zika, houve elevação de 92,6% em 2022. Essas doenças, que podem levar a óbito, são transmitidas pelo Aedes aegypti.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), para prevenir essas doenças, é preciso investir em medidas efetivas para controle do mosquito transmissor. A principal orientação é eliminar água parada em locais que podem se tornar criadouros.

Seguem algumas ações que a população deve providenciar, pelo menos uma vez por semana:

O poder público conta, também, com o Programa Nacional de Combate à Dengue (PNCD), que têm oferecido diretrizes para o enfrentamento das epidemias pelos estados e municípios, por meio de ações como a pulverização de áreas públicas com inseticidas, vigilância entomológica, ampliação do saneamento básico, entre outros.

Para Natalia Verza Ferreira, cientista, doutora em Genética e Biologia Molecular e diretora da Oxitec do Brasil, todas essas medidas são muito importantes e apresentam bons resultados quando são seguidas. Entretanto, é preciso atualizar os protocolos de controle do Aedes aegypti, incorporando soluções sustentáveis que já foram, inclusive, aprovadas para uso no Brasil, como o Aedes do Bem™ — inseto com genes autolimitantes que auxilia no controle do mosquito Aedes aegypti de forma segura e ambientalmente sustentável — especialmente porque o país está prestes a ingressar em uma nova temporada de chuvas, período em que o mosquito se prolifera com mais facilidade.

*Com dados da Agência Brasil/EBC

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