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Duas linhas do Metrô de SP são paralisadas e uma opera com lentidão

Greve Metro - Fernando Frazao - Agencia Brasil

Foto de arquivo: Fernando Frazão/Agência Brasil

A operação nas linhas 1-Azul e 15-Prata do Metrô de São Paulo foi paralisada na manhã desta quinta-feira (12) por conta de um protesto de funcionários contra exigências aplicadas pela empresa.

A reportagem do G1 aponta que as linhas chegaram a operar com velocidade reduzida mas, por volta das 11h45, os passageiros foram orientados a procurar pelos ônibus do sistema Paese. As estações foram fechadas.

Já a Linha 2-Verde segue com acúmulo de passageiros nas estações e, segundo o Metrô, operando com velocidade reduzida.

Em nota, o O Metrô diz ter sido surpreendido pela paralisação, que impacta o funcionamento regular das linhas administradas pelo Metrô, Linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata.

O que diz o Metrô

Ainda de acordo com a empresa, a ação é um protesto contra uma advertência por escrito dada pelo Metrô a 5 operadores de trem “em virtude da negativa reiterada destes cinco profissionais de desempenhar as suas atribuições.”

Segundo o Metrô, os trabalhadores se negam a participar da formação e da aula prática ofertada a outros empregados que estão sendo treinados para a função de operação de trem, procedimentos que fazem parte da rotina dos metroviários.

“Vale ressaltar que a advertência não implica em suspensão ou demissão e que não há sequer impactos na remuneração. A advertência, por ora, cumpre apenas o seu papel de dar aos funcionários a oportunidade para que corrijam a conduta faltosa”, diz a nota.

O Metrô ainda afirma que estuda medidas legais que podem ser tomadas por conta de uma paralisação que prejudica a população sem aviso prévio.

https://twitter.com/metrosp_oficial/status/1712489913940103229

o que diz o Sindicato

A presidente do Sindicato dos Metroviários, Camila Lisboa, relata que funcionários se revoltaram durante o expediente após a direção do Metrô aplicar advertências surpresas.

Em nota, o Sindicato considerou a medida “uma clara retaliação à greve do dia 3” e que os trabalhadores estão se recusando a assumir os trens até que as advertências sejam suspensas.

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