O trecho entre os km 205 e 209 da nova pista marginal sentido São Paulo, da Via Dutra, está liberada ao tráfego desde a manhã dessa segunda-feira, dia 29/7. Com essa liberação, a concessionária fará uma alteração no tráfego da região. A informação é da CCR RioSP.
Desde ontem, dia 29/7, os veículos do bairro Jardim Álamo deverão seguir pela nova pista marginal até o km 211 quando poderão acessar a pista expressa da Via Dutra. Com isso, o acesso da pista expressa para a pista marginal no km 206,500 foi fechado. Nesse momento, o motorista que sai do Rodoanel com destino à Via Dutra não será impactado. Ou seja, continuará acessando a pista expressa da Via Dutra no km 205,500. A partir de 1º de agosto ocorrerá o fechamento e o desvio do tráfego para a nova pista marginal entregue.
Em maio, a concessionária já entregou para o cliente desse trecho da rodovia as obras de ampliação de capacidade de tráfego da Via Dutra (BR-116), na região do trevo de Bonsucesso, na altura do quilômetro 209,500 – sentido São Paulo, e trevo da Jacu Pêssego, no quilômetro 213, em Guarulhos. Já no sentido Rio de Janeiro, o trecho entre os quilômetros 209 e 211 da marginal foi liberado ao tráfego no início do mês de abril.
Investimento
A entrega desse novo trecho de novas pistas marginais faz parte do pacote de melhorias que a CCR RioSP faz na região metropolitana de São Paulo entre a capital paulista e a cidade de Guarulhos. Além da construção de novas pistas marginais, haverá ampliação da pista expressa, passando de duas para três faixas de rolamento entre os km 218 e 231, novos viadutos ligando à Via Dutra as rodovias Fernão Dias e a Hélio Smidt, principal acesso ao aeroporto internacional de Guarulhos, além de uma nova chegada a São Paulo, com a construção de um novo acesso da Dutra à ponte do Tatuapé.
O investimento da concessionária é de R$ 1,4 bilhão e geração de mais de 4 mil postos de trabalho
RECLAMAÇÕES
Moradores do Jardim Álamo e empresários da região de Bonsucesso queixam-se que a largura da nova pista é insuficiente para o volume de tráfego. Reclamam também da falta de alternativas. Entendem que a CCR deveria ter deixado a possibilidade de os motoristas que preferissem pudessem acessar a pista central. “Agora somos obrigados a ficar nessa faixa lateral. Tinha de haver a opção para quem quisesse ir para a outra pista. Imagine se acontece um acidente nessa faixa estreita! Não tem por onde desviar. Ficou pior do que se não tivessem construído”, desabafa um industrial, cuja identidade manteremos em sigilo.
