Ícone do site Click Guarulhos

Professor defende que programação deve fazer parte do ensino básico

Neste dia 12 de setembro, comemora-se o Dia da Pessoa Programadora. A data, criada na Rússia, não foi escolhida por acaso: é o 256º dia do ano, número que também pode ser representado como dois elevado à oitava (2⁸), o que na língua da programação representa “um byte de oito bits.”

A programação está presente em todos os momentos do nosso dia a dia. Seja por meio dos softwares que se utiliza na escola e no trabalho ou de aplicativos, redes sociais e canais de streaming. Todas as ferramentas digitais foram feitas por programadores, que criam, por meio de uma linguagem digital específica, ferramentas tecnológicas que facilitam a nossa vida. Segundo especialistas do Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT), em um mundo formado por “nativos digitais”, não saber programar será considerado o analfabetismo do futuro. 

Para Guilherme Tabatinga Medeiros, professor de Física do Colégio Marista Asa Sul, assim como a matemática foi introduzida no ensino básico, a programação também deveria seguir o mesmo caminho: “Saber a linguagem das máquinas é um pré-requisito para o ser humano de hoje. A robótica é uma ferramenta para iniciar as crianças pequenas no assunto”, diz. 

“Atualmente, saber programação pode ser um diferencial no mercado de trabalho, mas daqui a 5 anos será um pré-requisito básico assim como o inglês. Além disso, a programação vem sendo necessária em carreiras para além da Tecnologia da Informação (TI) como administração, economia, gerenciamento, música, dentre outras”, completa.

O professor Guilherme Medeiros elaborou uma lista de razões pelas quais as crianças devem aprender a programar:

Sair da versão mobile