A estudante de engenharia de software Alessandra Vitória Daniel, 18 anos, está vivendo a pouco mais de 100 km de sua família. Estuda na faculdade do Biopark Educação, em Toledo, no Oeste do Paraná. Além de conquistar uma bolsa de estudos para o curso, Alessandra recebeu moradia, o que tornou possível seu sonho de cursar o Ensino Superior. “Morar sozinha e pagar aluguel seria muito difícil. Quando vi que eu poderia concorrer a uma bolsa de estudos e, também, ter um lugar para morar, não tive dúvida em prestar o vestibular”, conta a jovem, que também já trabalha no ecossistema do Biopark. “Minha vontade é terminar o curso, fazer uma pós-graduação e buscar grandes oportunidades na minha área”, acrescenta.
Angelo Gabriel Soares dos Santos, 23 anos, está no primeiro ano do curso de Inteligência Artificial do Biopark Educação. Para ele, a bolsa de moradia foi determinante para continuar os estudos. “Já tinha ouvido falar desse benefício, mas só acreditei quando vim conhecer a estrutura. É muito legal morar, estudar e trabalhar aqui. Conseguir um estágio na área será meu próximo passo, e, após a conclusão do curso, pretendo fazer um mestrado”, conta Angelo.
Atualmente, o Biopark hospeda 70 jovens estudantes em apartamentos novos de dois quartos.
Bolsas de ensino e moradia
Desde 2022, o Biopark Educação investiu cerca de R$ 10 milhões em bolsas de estudo e moradia, tanto na faculdade quanto no Clube de Ciência, destinado a crianças e jovens de 4 a 17 anos, que estudam no contraturno escolar. A estimativa é que desse montante, R$ 5,5 milhões sejam investidos até dezembro deste ano. Com o início das aulas do Colégio Donaduzzi no próximo ano, o valor total destinado a bolsas deve aumentar para R$ 8 milhões.
“O Biopark Educação é uma associação civil sem fins lucrativos que tem como um de seus grandes legados a doação de 100 mil bolsas de educação, totalizando R$ 1 bilhão. A intenção é transformar a região por meio de uma educação de excelência e máxima inclusão”, explica o vice-presidente do Biopark Educação, Paulo Rocha. “Cerca de 90% dos nossos professores são mestres ou doutores, especializados em inovação na educação. Nós viajamos constantemente para países como Finlândia, Portugal e Estados Unidos em busca do que há de melhor na área e adaptamos isso à nossa realidade para continuarmos na vanguarda do ensino”, frisa Paulo.
