Prestes a lançar o documentário “Milton Bituca Nascimento” nos cinemas de todo o país no dia 20 de março, a Gullane+ promove sessões de pré-estreia do documentário em São Paulo e em três cidades de Minas Gerais (Belo Horizonte, Barbacena e Uberaba) desta sexta-feira em diante. Na capital paulista, será no dia 19, quarta-feira, às 19h, no Espaço Petrobras, rua Augusta, 1475.
Com direção de Flavia Moraes, o filme registra os bastidores da turnê de despedida do músico e seu reencontro emocionante com fãs de todas as partes do mundo – entre os quais grandes personalidades mundiais, como Gilberto Gil, Mano Brown e Quincy Jones. Acompanhando um dos grandes nomes da música brasileira ao longo de dois anos, o documentário reúne um material capaz não só de reconhecer a grandiosidade do ídolo, mas também revelar a identificação humana e espiritual que ele criou com suas dezenas de álbuns. Tudo isso embalado, é claro, pelos grandes clássicos da discografia do Bituca.
Com mais de 40 depoimentos de figuras como Djamila Ribeiro, Os Gêmeos, Spike Lee, Criolo, Mano Brown e Maria Gadú, o doc ainda reflete sobre o poder da obra e do próprio Bituca, cujas criações encantaram e seguem encantando fãs de música pelo mundo inteiro. Assim, “Milton Bituca Nascimento” pergunta para o próprio espectador: o que explica a mística por trás do autor de faixas como “Travessia”, “Maria, Maria” e “Cais”? E mais: o que o artista tem de tão especial, que torna suas canções tão significativas para o público, mas também vira objeto de estudo em renomadas universidades?
O documentário é uma produção do Canal Azul, Gullane, Nascimento Música e Claro, em associação com Why? Stories Matter, Vital Studios e MoonSailor. O documentário conta com distribuição da Gullane+ e com o apoio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativa do Estado de São Paulo e do Ministério da Cultura, através da Lei Paulo Gustavo, e apoio institucional da Ancine.
Sinopse do filme
MILTON BITUCA NASCIMENTO é o documentário que parte da turnê de despedida de Milton Nascimento, um dos maiores artistas brasileiros de todos os tempos, para entender a complexidade simples de sua obra e da alma brasileira.
Ficha técnica
- Dirigido por Flavia Moraes
- Roteiro por Marcélo Ferla e Flavia Moraes
- Consultoria Artística de Augusto Nascimento
- Direção de fotografia: Pedro Rocha
- Montagem: Laura Brum e Flavia Moraes
- Direção Musical e Trilha Sonora Original: Victor Pozas e Rafael Langoni
- Música: Milton Nascimento
- Produção Executiva: Liz Reis, Ana Vezzi, Gabriela Tocchio, Ana Saito, Pablo Torrecillas
- Produzido por: Augusto Nascimento, Ricardo Aidar, Larissa Prado, Andre Novis, Caio Gullane, Fabiano Gullane. Produtores associados: Flavia Moraes, Victor Pozas, Rafael Langoni
- Produção: Canal Azul, Nascimento Música, Gullane e Claro
- Distribuição: Gullane+
Sobre Flavia Moraes
Flavia Moraes é produtora, diretora, montadora e showrunner. Durante 21 anos, liderou em São Paulo uma das mais respeitadas produtoras da América do Sul, onde produziu e dirigiu muitos comerciais, filmes, documentários, séries de TV e grandes shows.
Primeira mulher brasileira a integrar o Director’s Guild of America, Flavia foi premiada com Cannes Lions, Clios, FIAP e Caborés, entre outros. Desde 2016, residindo em Los Angeles, dedica-se a projetos de assinatura que promovem transformação e exploram narrativas ousadas e libertadoras.
Visions in the Dark, seu documentário mais recente, conquistou festivais e plateias na Europa e nos Estados Unidos e aguarda lançamento no Brasil.
No novo filme, Flavia reuniu seus anos de experiência para enfrentar os desafios de um projeto único, filmando em diferentes países e colaborando com grandes nomes da música internacional. O resultado é um retrato emocionante e autêntico de um dos maiores artistas contemporâneos do Brasil.
Sobre Canal Azul
Fundada em 1995, a Canal Azul já produziu mais de 200 projetos entre filmes para o cinema, documentários e séries para TV e plataformas digitais, veiculados em mais de 160 países. Em 2008, iniciou a implantação do processo de governança corporativa na empresa, buscando os melhores resultados artísticos e comerciais, pautada nos pilares da sustentabilidade, qualidade, respeito e ética. Com especial expertise em filmes de história natural, cultura e esporte, a produtora
já lançou 15 filmes no cinema envolvendo os grandes times de futebol do Brasil, incluindo o centenário da Seleção Brasileira de futebol. Reconhecida internacionalmente, tem coproduções com vários parceiros em todo o planeta tais como Globo, Discovery – Warner, Disney, Smithsonian, Netflix e Max.
Sobre Nascimento Música
Foi um selo criado há décadas por Milton Nascimento, para gerenciar e administrar seu catálogo e direitos autorais. A partir de 2016, sob a administração de seu filho, Augusto Nascimento, o selo passou a ser responsável por toda a gestão da carreira de Milton, estando à frente das turnês e de todos os projetos fonográficos e audiovisuais que envolvem a carreira do lendário artista.
A produtora também representa outros artistas do ramo musical, e tornou-se uma das principais empresas dos segmentos de MPB e pop no Brasil. Foi responsável pelas últimas oito turnês de Milton, com destaque para “A Última Sessão de Música”, que marcou a despedida do artista dos palcos, e foi considerado um dos projetos musicais mais importantes da história do país.
Sobre Gullane
A Gullane é uma das maiores produtoras e incentivadoras do mercado audiovisual brasileiro, além de uma das principais exportadoras de obras independentes. Fundada em 1996 pelos irmãos Caio Gullane e Fabiano Gullane, já soma em seu catálogo mais de 58 filmes de longa metragem lançados com destaque no cinema nacional e no exterior e 53 séries para televisão e plataformas digitais. Entre os filmes e séries de destaque estão “Carandiru”, “Bicho de Sete Cabeças”, “A Última Floresta”, “O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias”; a franquia “Até que a Sorte nos Separe”; “Que Horas ela Volta?”, “Motel Destino” e a maior animação 3D brasileira “Arca de Noé”; as séries “Alice” e “Hard” (HBO), “Unidade Básica” (1ª, 2 ª e 3ªtemporadas, Universal), “Carcereiros” (Globoplay), “Irmãos Freitas” (Space e Amazon Prime), “Ninguém Tá Olhando” e “Sintonia” (Netflix), “O Rei da TV” (Star+) e a recém lançada “Senna” (Netflix). Já coleciona mais de 500 prêmios e seleções em importantes festivais de cinema e televisão do Brasil e do mundo, como Mostra de Cinema, Festival do Rio, Cannes, Veneza, Berlim, Sundance, Toronto, MIPTV e Emmy.
Lançamento do álbum “ReNascimento”
Mil tons, infinitos sons e a inconfundível voz de Milton Nascimento ecoam por todos os cantos do mundo, onde sua música já chegou a tocar os corações de diferentes gerações.
A partir de 20 de março, quando o público poderá conferir o documentário, o projeto reservou uma surpresa para os fãs e, paralelamente ao filme, será lançado o álbum ReNASCIMENTO, com regravações de músicas imortalizadas por Bituca, cantadas por um time eclético e diverso de vozes da nova geração da música brasileira.
Dirigido por Victor Pozas, que também assina a direção musical do documentário, o álbum apresenta 12 faixas do cancioneiro de Milton, escolhidas pelos intérpretes e seus produtores.
Sandy canta “Travessia” acompanhada por Mateus Asato, Liniker escolheu “Encontros e Despedidas”, Johnny Hooker e Kell Smith, “Paula e Bebeto”, a cantora portuguesa MARO faz “Cais”, Clarissa, “A Festa”, Agnes Nunes, “Lua Girou” e ANALU, “Canção do Sal”.
O Duo OutroEu interpreta “Clube da esquina n°2”, Os Garotin, “Bola de Meia Bola de Gude”, Tuca Oliveira faz “Canção da América”, Lucas Mamede, “Ponta de Areia / Tudo o que Você podia Ser” e o trio composto por Tim Bernardes, Zé Ibarra e Dora Morelenbaum, a canção “Anima”, cuja gravação ao lado de Milton foi registrada no documentário.
As faixas “Anima”, “Lua Girou” e “Encontros e despedidas” contaram também com a participação da Tallin Studio Orchestra, da Estônia, onde Pozas gravou a trilha do documentário.
“Se Milton é uma frondosa árvore da floresta encantada da música brasileira, gerou frutos e sementes e, aqui, ouvimos os ecos deste vasto legado. Vejo essas canções e seus intérpretes como germinadores dessa obra inigualável” diz Victor Pozas que também foi o idealizador do projeto que acabou se transformando no documentário.
A ideia de fazer um documentário nasceu no lendário estúdio Abbey Road em Londres, quando Pozas sugeriu a Augusto Nascimento registrar uma sessão musical de Milton no “templo” onde os Beatles gravaram grandes sucessos.
