Foi realizada no dia 4/7, sexta-feira, a Festa Julina do CAMPD – Centro de Atendimento Multiprofissional à Pessoa com Deficiência, encerrando o trimestre — abril, maio e junho — com o coração cheio de gratidão e histórias para contar. Psicóloga que atua no local, Cláudia Papotto afirma que foram histórias de descobertas, afetos e pequenos grandes avanços.
“Por aqui, a criatividade floresceu. Vínculos foram fortalecidos. A paciência, a resiliência e o espírito de colaboração ganharam novos contornos, bordados pelas mãos de quem acredita na potência do cuidado e da inclusão“.
Ela refere-se à inclusão que ali é praticada.
“É sutil, mas profunda. É feita de gestos gentis, escutas verdadeiras e olhares que acolhem. E, assim, as relações se transformam. A funcionalidade se amplia. A autonomia nasce. A autoestima se ergue. A confiança se reconstrói. Tudo no tempo do afeto. Acreditamos no potencial único de cada pessoa. Aqui, ninguém precisa ser igual. Basta ser inteiro. Incentivamos o olhar amoroso para si, a autorresponsabilidade e o cultivo de convivências mais saudáveis, respeitosas e verdadeiras“, afirma Cláudia.
Com materiais recicláveis, foram produzidas réplicas de instrumentos musicais, unindo inclusão, prática de cidadania e respeito à natureza.
“Criamos mais do que arte: semeamos consciência. Plantamos cuidado com o planeta e com o outro. Porque tudo está interligado. Seguimos com o compromisso de transformar o cotidiano em espaço de florescimento humano“, conclui.
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