A melhor Guarulhos do mundo – Augusto Pinheiro

Silas Henrique Drone

Uma cidade não é o conjunto de suas obras arquitetônicas, tampouco o volume de recursos que chegam via Fundo de Participação dos Municípios. Uma cidade é o somatório dos habitantes que a compõem, cada um desenvolvendo o que sabe fazer de melhor em prol dos demais cidadãos. Neste último rol, incluem-se aqueles que escolheram a cidade para nascer ou para viver/trabalhar.

A minha cidade-natal chama-se Guarulhos, e faz parte da Grande São Paulo. Tem 1,3 milhão de seres humanos vivendo em seus 318 k2 de área. De há muito é a segunda maior economia do estado que a abriga, atrás apenas da capital São Paulo. Ambas são limítrofes. A distância histórica entre as duas cidades é de apenas seis anos (1554-1560). Neste 08 de dezembro, inclusive, os guarulhenses comemoram seus 455 anos de fundação.

Eu amo Guarulhos, e por isso vou fazer um interessante exercício por meio deste espaço: o método do professor Hermógenes, grande divulgador da Yoga – “Eu entrego, aceito, confio e agradeço”.

Eu entrego Guarulhos a Deus, a fim de que ilumine todos os homens e mulheres de boa vontade que dedicam a sua melhor energia em prol desta cidade abençoada.

Eu aceito Guarulhos como ela é, com seus problemas em diversas áreas abrangidas pelas necessidades humanas mas, também, com suas imensas potencialidades econômicas e estratégicas.

Eu confio que o Criador tem importante propósito para todas as suas obras, e com Guarulhos não pode ser diferente. O padre jesuíta Manuel de Paiva foi iluminado ao fundar este povoamento, com o objetivo de proteger a São Paulo de Piratininga de possíveis ataques dos índios Tamoios.

Eu agradeço a você, leitor, por ser igualmente um co-fundador desta maravilhosa cidade, contribuindo diariamente para que o progresso seja irmão da solidariedade; que o sorriso e os abraços fraternais sejam rotineiros; que a solicitude tenha presença marcante nas relações interpessoais.

Muito obrigado, Guarulhos; muito obrigado