Temakeria & Cia.
Made in Japan

A culinária japonesa é uma das queridinhas de quem não abre mão de programas gastronômicos e virou febre entre os brasileiros. Como consequência, é possível encontrar com facilidade um restaurante japonês. Mesmo assim, há estabelecimentos que se diferenciam dos outros por uma série de aspectos, que podem variar desde a decoração à qualidade dos ingredientes usados nos pratos. Esse é o caso da Temakeria & Cia., que virou o point japa em plena Josephina Mandotti.
É possível notar que o restaurante tem “algo a mais” logo na entrada, graças ao estilo elegante usado na fachada e no hall. Isso fica ainda mais evidente ao olhar para gravuras de personagens nipônicos na parede, com destaques para gueixas e samurais; e para uma espécie de deck, no fundo do restaurante, que dá até mesmo impressão de se estar alheio à correria do dia a dia. E essa essência cool é estendida ao cardápio, ao ser possível ver pratos como Temaki Mauro Naves e Camarão Ivan Moré, que são claras homenagens aos repórteres esportivos da Rede Globo e que também são amigos de um dos donos da franquia; e Temaki do Mau – com duas versões.
Agora, vamos ao que interessa: à comida propriamente dita. O menu tem 17 sabores tradicionais de temakis e 14 especiais, assim como a entrada, sushi, sashimi, hot rolls, saladas, teppan e yakisoba. Outro destaque é o cardápio executivo, oferecido durante o almoço, que vai das 11h30 até as 15h.

16.03.2015_RA-2Perfis variados
Durante o horário de almoço é possível ver pessoas com perfis variados, que inclui professores e alunos do Colégio Mater Amabilis e pessoas que trabalham na Josephina Mandotti e região. Sim, esse é o público que volta e meia está por ali, mas há quem saia de locais não tão próximos ao restaurante para almoçar lá. Claro, o jantar conta com público diversificado também, que varia desde famílias a casais em momento romântico, passando por grupos de amigos.
Pode-se dizer também que há aqueles que vão à Temakeria & Cia. para saborear a culinária japonesa pela primeira vez e que, como é de se esperar, reagem com um quê de estranheza. “Já presenciei casos de alguns clientes que diziam que não iriam comer peixe cru. Mas, após um pouco de insistência, provaram e gostaram muito”, narra Marcelo Dias Sales, gerente da casa, ao deixar ainda mais evidente a verve inovadora do estabelecimento. “Aqueles que costumam frequentar restaurantes de culinária japonesa se surpreendem pela qualidade dos alimentos. E isso os fideliza”, completa.

Rua Josephina Mandotti, 338, Jardim Maia.
Tel.: 2937-1637

Kopenhagen, pioneiros em doce e excelência

12.03.2015_RA-3“Fomos alguns dos pioneiros daqui e tivemos visão ousada na época em que abrimos a loja na região, pois ninguém acreditava que daria certo.” Foi assim que Carlos Escarlate, proprietário da franquia da Kopenhagen na rua Brás Cubas, quase na esquina com a Josephina Mandotti, começou a falar sobre os fatores que o motivaram a abrir uma unidade da famosa marca de chocolates finos. Se havia quem duvidasse do sucesso do projeto, por outro lado, alguns fatores davam sinais de que o empreendimento daria certo. “Quatro fatores econômicos foram importantes para abrir um negócio aqui: inauguração de empreendimentos imobiliários na cidade; obras de infraestrutura, como as no Aeroporto [Internacional de São Paulo] e o Rodoanel; o Plano Diretor, que transformou a Josephina Mandotti em zona mista, o que aumentou o fluxo de pessoas no Bosque Maia; e o potencial econômico do bairro”, enumera. Carlos.

Apostar é preciso
“Foi como juntar a fome com a vontade de comer”, conta Carlos, sobre outros fatores que o motivaram a investir na região da Josephina Mandotti e a apostar na Kopenhagen. “Havia carência de bons serviços, marcas fortes e pessoas determinadas a trazê-los para a cidade. Há uns três ou quatro anos, o guarulhense ia a São Paulo para procurá-los”, ressalta, sobre a escolha pela marca, ainda mais no Jardim Maia, cujo ambiente era propício para abrir um negócio com esse perfil. Se no início houve quem duvidasse de que o empreendimento daria certo, o cenário passou a ser outro, logo depois. “Em pouco tempo, as pessoas migraram da descrença para os elogios. Muita gente começou a elogiar pela iniciativa e, no fim das contas, a se perguntar por que não fizeram isso antes.”
Contudo, engana-se quem pensa que tudo foi fácil logo de cara. O primeiro ano, apesar de promissor, foi de aprendizado e divulgação do projeto, e, claro, de paciência. Por outro lado, o segundo ano rendeu muito mais resultados, ao ponto de o local passar a ocupar o dobro do espaço inicial. “Foi a partir deste ano que começamos a ter retorno do investimento feito”, destaca.

Exemplo de atendimento
Quem passa em frente à loja pode ver que volta e meia há pessoas sentadas nas mesas em frente ao local em diversas situações, que podem ser desde uma conversa entre amigos à leitura de um livro enquanto toma um café. Coincidência ou não, o estilo intimista do local proporciona esse tipo de experiência. “As pessoas vêm para deleitar-se e se permitem ter um tempo para si mesmas”, relata o proprietário, enquanto fala sobre a decoração do ambiente, que passou a ter novo layout em dezembro de 2014. Vale dizer que são poucas as unidades da Kopenhagen que têm a nova identidade visual, que inclui, além da fachada e decoração, uma ilha com diversos tipos de bombons.
Há quem diga que o atendimento é um dos segredos do sucesso de qualquer negócio. Claro, não poderia ser diferente com a Kopenhagen. Basta dizer que a unidade da Brás Cubas tem o selo de excelência de atendimento da marca, o que é concedido a menos de 20% das lojas. Esse reconhecimento, o que motivou à gravação de vídeo institucional da marca na loja de Carlos, está na dedicação irrestrita à satisfação de cada cliente. Um exemplo clássico disso foi um episódio no Natal de 2013, quando acabaram os panetones com o chocolate Língua de Gato, lançamento que foi bem-sucedido naquele ano. Para não deixar uma cliente gestante na mão, ele encomendou uma unidade da delícia em uma loja no interior. “O atendimento com nível exemplar faz o cliente voltar à loja. Se não for assim, as pessoas não aparecem de novo”, completa o orgulhoso proprietário da franquia.

Rua Brás Cubas, 418-B, Jardim Maia.
Tel.: 4307-4771. Horários: segunda-feira a quinta feira, das 9h45 às 20h30; sextas-feiras e sábados, das 9h45 às 20h30; domingos e feriados, das 12h30 às 20h.