Nas microférias de dezembro eu estive em Serra Negra (SP) passando alguns dias ao lado de minha amada mãe, Anna. Foram intensos os momentos recentes que eu desfrutei ao lado da mulher que me trouxe ao mundo; Paulo, meu saudoso papai, já está no mundo espiritual há quase oito anos. Tudo o que sou, eu devo a eles.

No prédio onde vive mamãe existe elevador. Ao subir nele, no andar térreo, de tão preocupado com as malas da família, esqueci-me de apertar o botão correspondente ao número do pavimento de destino. A porta fechou-se e, “estranhamente”, o elevador não parou onde eu queria, mas onde havia sido chamado por um distinto senhor.

Assim é a vida… se eu não determinar para onde desejo ir, eu serei levado para onde o governo, a conjuntura econômica, o trânsito, os colegas de trabalho e até os desconhecidos quiserem me conduzir. As chances de sucesso serão mínimas. ‘O sucesso é ser feliz’, já dizia Roberto Shinyashiki.

Sei que você, meu querido leitor, tem sonhos – como eu também os tenho. Então, lute por eles. Mas combata o bom combate. Os inimigos a superar são o temor da rejeição, o medo do fracasso, a ojeriza ao que não enxergamos com a visão física, a falta de fé em si mesmo.

Aperte o botão que o levará diretamente para a satisfação de viver com alegria e gratidão a Deus. Escolha alcançar os seus objetivos – um a um. Não há problema algum em sonhar algo grandioso, desde que você esteja disposto a fazer a sua parte. Normalmente não é fácil, mas sempre vale a pena dar o melhor de si.

A felicidade, inclusive, não está em alcançar o destino almejado, mas em percorrer o caminho que leva até a realização plena. Faça seus planos para o ano-novo; defina em qual degrau pretende estar no próximo dia 31 de dezembro.

Para começar, duas práticas: 1) realize ao menos uma boa ação por dia (e anote em um caderno como contribuiu para melhorar o mundo em que vive); 2) jamais reclame das pessoas, coisas e dos fatos. Feliz, iluminado e edificante 2016!