Espalha Fatos – 18/01

Novo olhar

Os Guardas Civis Municipais que atuavam na banda da corporação em tempo integral estão sendo convocados para retornarem às ruas para trabalharem na segurança da cidade, dos próprios municipais e no auxílio às ações de fiscalização. Mesmo reconhecendo o serviço prestado pelos músicos da GCM, o novo governo pretende cumprir a determinação do Ministério Público que orienta que os agentes públicos não devem permitir nenhum tipo de desvio de função, pois todos fizeram concurso público e foram admitidos para exercerem um trabalho específico.

Nova fase

A tropa da GCM é formada hoje por 793 guardas. Deste total, apenas 600 estão nas ruas cuidando da segurança, sendo que os demais foram readaptados em outras funções ou estão licenciados. A idéia do novo secretário da pasta, Gilvan Passos, não é a de acabar com a banda da Guarda Municipal e sim a de que ela passe a se apresentar fora dos horários de trabalho. Com a defasagem existente hoje na corporação, a prioridade neste momento é aumentar o número do efetivo para atender as demandas da população.

Enxugamento

Considerando a necessidade de preservação do erário e a observância dos limites com gastos com pessoal, o Executivo baixou uma portaria regulamentando a prestação de serviços extraordinários pelos servidores da Prefeitura. A partir de agora, as horas extras ficarão condicionadas à prévia convocação do servidor e a prévia e expressa autorização do secretário ou coordenador municipal afeto à área. Esses serviços extraordinários ocorrerão única e exclusivamente para atendimento de necessidades urgentes ou inadiáveis, atendendo ao interesse público, mediante a certificação do dirigente de que a readequação de tarefas e a redistribuição de servidores não são suficientes para suprir regularmente a necessidade da prestação das horas pretendidas.

Incompatível

O anúncio feito dias atrás de que o Poupatempo Guarulhos mudará de endereço, sendo instalado no Shopping Internacional, deixou os guarulhenses apreensivos. Não precisa ser nenhum engenheiro ou arquiteto para perceber que o novo local não tem um espaço adequado para o número de pessoas que circulam diariamente no referido equipamento público. Se o problema que está gerando esta mudança ocorre no imóvel atual que abriga o Poupatempo, por que não readequá-lo? E se existem problemas com a documentação do prédio, por que não regularizá-la? Depois de anos funcionando no mesmo local, só agora que os problemas foram detectados?

Errata

Diferente do que foi escrito na coluna Espalha Fatos de ontem, os valores em atraso devidos aos servidores pelas férias em pecúnia serão quitados pela atual administração ainda no mês de janeiro. Portanto não foram pagos conforme foi grafado.