Ex-titulares da Saúde prestam contas e defendem legado de sua gestão

A convite do Click Guarulhos, o ex-secretário de Saúde de Guarulhos, José Sérgio Iglesias Filho, e a ex-adjunta, Graciane Dias Figueiredo Mechenas, falaram a respeito da gestão de ambos, dos motivos da saída e sobre as queixas da população quanto ao atendimento das unidades de saúde da cidade.

Click – Quanto tempo ficaram no comando da Saúde em Guarulhos?
Sergio Iglesias – Fiquei quase 5 meses como diretor da Urgência e Emergência e um ano e dois meses como secretário. A Dra. Graciane ficou como adjunta desde o início da gestão Guti, um ano e meio.

Quais teriam sido os feitos que considera mais importantes nesse período?
SI – O mais significativo foram algumas mudanças em modelos assistenciais que nós implantamos. Encaminhamos uma mudança de estratégia, porque estou no Serviço Público Municipal há 34 anos e percebemos que é preciso haver um grande investimento na atenção básica, uma reorganização da urgência e emergência, mas fundamentalmente investir na prevenção, buscando reduzir drasticamente as internações. Enfrentamos o grande desafio de diminuir as taxas de mortalidade infantil. E focamos na melhoria da produtividade, pois sempre há queixas de pouco atendimento, falta de médicos nas unidades. Notamos que faltam profissionais, mas havia um índice muito baixo de produtividade e nós focamos nisso e, embora ainda haja muitas queixas, tivemos resultados significativos, que podemos mostrar. Ainda que nos critiquem por fixação em números, insisto que é preciso ter indicadores para balizar as atitudes a tomar. A Saúde estava em uma situação muito precária e conseguimos feitos que até nos surpreenderam, diante do imenso endividamento do município, de quanto custa caro tudo em Saúde. Digamos que a Saúde estava com uma nota 4, a expectativa da população seria de no mínimo 7 e talvez tenhamos alcançado 5 ao entregar o bastão. Isso seria um crescimento de 25% em um ano e meio. Nada desprezível, mas a sensação da população é de que é muito pouco diante das necessidades. Pode ser que tenhamos dado o melhor acolhimento, o paciente passado por ótima consulta, mas se faltou aquele medicamento prescrito, tudo cai por terra.

Click – E se o paciente sai falando mal, isso repercute muito… E quem sai satisfeito dificilmente divulga…
Graciane Figueiredo – Até encontramos alguns elogios, mas sempre há mais críticas. Estamos lhes entregando este relatório como uma prestação de contas do que foi feito. Por exemplo, havia duas UPAs paradas, foram entregues; tinha apenas dois Cemegs, hoje tem 4; abrimos UBSs aos sábados, o que foi um grande ganho para a população. Mas algo com que nós apanhamos muito e ainda se vai apanhar muito é a questão dos medicamentos, que é algo muito esperado pelo paciente.

OS DADOS DO RELATÓRIO ESTÃO MENCIONADOS NO FINAL DA ENTREVISTA

Click – Comentem, por favor, alguns desses dados.
SI – Vejamos alguns indicadores: consultas médicas em atenção básica, saímos de 223 mil no primeiro quadrimestre de 2016 para 255 mil no primeiro quadrimestre de 2017 e 292 mil no de 2018, um crescimento de 30,88%. Nos Cemegs e Ambulatório da Criança, o incremento foi de 90,22%: de 48 mil, para 56 mil e neste ano, 92 mil consultas. Nos Centros de Especialidades de Reabilitação CTA, SAE, Ceresi, Cerest, CER II e CAMPD, aumento de 63,67%, partindo de 11 mil em 2016, para 18 mil em 2018. Na área psicossocial, o incremento foi de 68%. Esses dados fazem parte das prestações de contas que fazemos a cada quatro meses à Câmara Municipal e ao Conselho Municipal de Saúde. É importante destacar que nas consultas e procedimentos em Odontologia tivemos uma queda de 44,66%, porque houve desabastecimento de insumos, devido a enormes transtornos nas licitações. Na área médica também a falta de medicamentos prejudicou muito a qualidade do nosso serviço. Assim que assumi, determinei que as licitações que estivessem para vencer fossem providenciadas novas com dez meses de antecedência. Mesmo assim, há licitações emperradas há um ano e meio. Se alguém argui que esteja havendo direcionamento, tem de parar tudo.

Click – Quanto ao pessoal, a entrada do Instituto Gerir para cuidar de três unidades liberou gente para outros locais. Não foi suficiente?
SI – Concluímos nosso tempo na Secretaria com menos gente do que quando assumimos.
GF – Com a entrada do Gerir, pudemos migrar profissionais para os novos Cemegs e para a UPA Paulista. E foi fundamental para que os tivéssemos nesses locais, porque a despesa com pessoal está muito próxima do limite prudencial, ou seja, do máximo que se pode gastar de forma direta com recursos humanos, pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

Click – Critica-se muito o fechamento do PA Paraíso, sem iniciar a obra. Por que foi feito isso?
GF – A verba foi aprovada há 10 anos, pela então deputada federal Janete Pietá (PT). Para que a verba possa ser usada, depende de autorização da Caixa Federal. Duas verbas foram unidas para transformar o PA em UPA. Mas a credibilidade da Prefeitura perante a Caixa estava prejudicada e aos poucos isso foi sendo trabalhado. Para a reforma e ampliação, é necessária a demolição de uma área, e não seria possível fazer isso com o PA funcionando. Infelizmente, os tempos da Caixa não são ditados por nós. Ainda não foi liberada a verba.
SI – Há um laudo de um engenheiro pericial, na Promotoria, porque a própria Janete, na condição de vereadora, entrou com Ação Civil Pública contra a Secretaria da Saúde, questionando as condições de funcionamento do PA, que as gestões anteriores não cuidaram em todos esses anos. Foi preciso concluir essa Ação, mostrando que havia risco de desabamento pelo laudo pericial.

Click – Mas, porque fechar, se a verba não estava liberada?
SI – Porque não tinha condições de funcionar daquele jeito: há dez anos precisava reformar.
GF – Porque estava tudo certo para a Caixa liberar, porém ela emitiu novos Comunique-se, o que impediu que a licitação caminhasse. Mas procuramos não deixar a região desassistida, pondo em funcionamento a UPA Paulista, criando o ônibus Circular-Saúde, as UBSs têm resgate para os casos que requerem locomoção especial, pusemos uma central do Samu no Jardim São João. O número de transferências de uma UBS para outra tem sido pequeno. Mas o barulho é grande!
SI – Assim que houver a liberação pela Caixa, se dispara a licitação e só aí pode haver a demolição.

Click – Como está o índice de mortalidade infantil?
SI – Essa foi uma conquista fantástica desse ano e meio. Estávamos com 12,5 óbitos para cada mil nascidos vivos e conseguimos baixar em um ano para 11,4, uma conquista louvável. A meta é chegar a menos de 10. Baixo índice de mortalidade infantil indica que o pré-natal está sendo bem feito, que os partos estão tendo tratamento correto, que as mães estão sendo bem assistidas.

Click – Têm havido muitas críticas ao atendimento do HMU, principalmente, mas também da Policlínica Paraventi e do Hospital da Criança, os três terceirizados ao Instituto Gerir, que fora contratado por seu antecessor. Como o senhor vê essa contratação? Foi mesmo necessária? Foi uma boa escolha?
SI – Eu não era ainda secretário, mas diretor de Urgência e Emergência. Na época, a situação do HMU era extremamente precária, em estruturação física, macas sem condições mínimas, insalubres.
GF – Na gestão anterior, o HMU foi fechado pela Vigilância do Estado por causa de uma bactéria. E a estrutura física continuava inadequada quando assumimos. O Dr. Roberto Lago e nós temos vivência em urgência e emergência e sabemos que não podia continuar daquele jeito.
SI – O HMU vinha com histórico de muitas mortes; o Hospital da Criança estava com alto volume de atendimento, mas não específico de urgência e emergência, que seria o correto. Havia falta de profissionais; médico socorrista pediatra atualmente é de difícil contratação. A Policlínica acabou fazendo parte desse novo sistema por uma lógica de que os hospitais devem ser procurados apenas para urgência e emergência, que exigem internação, e não para consultas, como ainda se vê. Casos de baixa resolutividade poderiam ser atendidos em UPAs ou até em UBSs. O Paraventi seria porta de entrada dos outros dois e eles passariam cada vez mais a atender só urgência e emergência.
GF – Essa é a lógica desse sistema. Os hospitais do Estado são todos de porta referenciada. Não atendem pacientes classificados como azul e verde, mas apenas pacientes graves. É preciso explicar à população o que se atende em cada lugar. Um vídeo da nossa gestão, que está nas redes sociais, ensina onde procurar corretamente o atendimento.
SI – Atender mais pessoas nas UPAs é um ganho para a população. Quando falamos em consultas médicas em Pronto-Socorro, tivemos incremento de 12,9%, mas o ideal era que nem a isso se chegasse, que fosse um índice negativo, pois o aumento no número de consultas tem de ser nas unidades de entrada, não nos hospitais. Mesmo assim, Guarulhos não escapará da necessidade de uma estrutura hospitalar nova.
GF – Ideal seria um novo hospital, que juntasse o HMU e o Hospital da Criança, com no mínimo 200 leitos, centro cirúrgico único, farmácia única, menor custo de administração hospitalar.
SI – Meu pai inaugurou o HMU em 1973, são 45 anos. A Santa Casa também é muito antiga. O prefeito Guti está sensível a essa necessidade; só não é possível pensar nisso ainda, porque o momento é muito difícil. Primeiro, é preciso organizar bem tudo que temos. No Hospital Pimentas-Bonsucesso falta concluir a segunda e a terceira etapas, com mais dois andares e meio. Há quantos anos isso está por ser feito? Quem critica hoje poderia ter feito antes, mas não fez. Está licitada a segunda etapa, que vai ampliar o número de salas de cirurgia, o recurso está disponível.

Click – Quanto à prometida AME, a er implantada pelo Estado, pode-se contar que será realidade?
GF
– A AME Mais está prometida há anos. Mas ouvimos negativa da Secretaria estadual da Saúde, faltava um documento do governador.
SI – Assim que Márcio França assumiu, o prefeito Guti e eu fomos a ele e foi feito prontamente. Agora é caminho sem volta, o lugar está definido, técnicos da Secretaria foram ao imóvel. A Ame Mais vai ajudar demais a cidade, porque é um hospital-dia; os procedimentos cirúrgicos de baixa complexidade podem ser realizados.
GF – Exames como ultrassom, endoscopia, colonoscopia, vasectomia, tudo isso poderá ser feito.

Click – Onde será?
GF – Na rua José Volpi, Macedo, perto da praça da Pedra, onde era da Secretaria de Educação, atualmente utilizado como arquivo. Prédio próprio da Prefeitura, local de fácil acesso, várias linhas de ônibus, próximo do HMU. Será uma grande conquista para Guarulhos.

Click – Muito dinheiro tem sido aplicado na saúde. Por que ainda há tantas queixas?
SI – Não basta vir o dinheiro, tem de ver como usar da melhor forma. Tívemos 34 UBSs em um plano de reforma e ampliação e quando o governo Guti assumiu estavam todas com prazo vencido e investimento não totalmente aplicado. O governo federal estava pleiteando a devolução dos recursos, porque os projetos estavam desabilitados, com verba carimbada. Das 34, conseguimos concluir 15 obras; restando 19 e graças a mobilização nossa em Brasília , com nossa credibilidade técnica, botivemos prorrogação desses prazos. Perdemos verbas para UPA Pimentas, UPA Cocaia, poque passaram anos e não deram andamento.
GF – Importante frisar que não basta construir, tem de levar em conta quando custa manter. O custeio de um mês equivale à construção. Manter uma UPA aberta custa R$ 2 milhões/mês.

Click – Sabe-se que na gestão pública é hábito, por elegância, cosntar que exonerações ocorreram a pedido. No caso de vocês dois, como foi, na verdade?
SI – A Dra. Graciane acompanhou todos esse processo comigo. Eu não vim para essa gestão para ser secretário. A escolha inicial foi pelo Dr. Roberto Lago, de cuja equipe participamos e temos com ele excelente relacionamento. Ele preferiu sair, o prefeito estava satisfeito com nosso trabalho, estávamos dando um bom arranque com a equipe. Por isso, aceitei. Mas, é cansativo, estressante, há muito desgaste pessoal, abdica-se do convívio com a família, com os amigos, abre-se mão de tudo, abandonei minha clínica, em torno de um projeto tenso, pesado, no qual acreditamos. Tanto secretário quando a adjunta, que o tempo todo foi também a secretária, nao tem dia ou noite, nem fim de semana, é toda hora. Chega um ponto, que esgota.
GF – Nós temos uma história na Secretaria. Meu primeiro cargo quem deu foi o Dr. Sérgio. Fui chefe de seção quando ele chefe de divisão no HMU. Ele foi presidente da APM e eu vice; sempre trabalhamos juntos, efetiva parceria. Mas, a população tem imensas necessidades imediatas, é demais cansativo, todo dia, toda hora; recorrem ao vereador, que entra em contato com a gente. Dezenas de milhares de pessoas perderam planos de saúde e passaram a usar a rede pública.

SI – O que muito nos fere é que é uma secretaria técnica, mas que é usada politicamente por quem quer fazer oposição, que a administrou por 16 anos, a entregou nessas condições e nos cobra continuamente.

Click – Fala-se que o Dr. Lago continuou e continua dando as cartas na Secretaria.
SI – Ele é efetivo na Prefeitura, continua dando plantões no SVO (Serviço de Verificação de Óbitos) e nos dá assessoria quando precisamos. No projeto de um hospital chamado RDC Regime Diferenciado de Contratação, seria um projeto fantástico para a cidade, porque a Prefeitura não desembolsaria nada, ele tem tudo pronto, está na mão do prefeito para pôr em prática quando for possível. Como poderíamos abrir mão de uma experiência como a dele?

Click – Algo a acrescentar?
GF – Algumas coisas que deixamos na manga, que queremos ver inaugurados; o Cemeg Cantareira; junto à sede da Secretaria, no Jardim Tranquilidade, há um prédio do Estado, onde será instalada uma espécie de Fácil da Saúde.
SI – Importante frisar que a nossa transição para a Dra. Ana, nova secretária, foi absolutamente tranquila, pois o nome dela foi minha sugestão. Também o da Dra. Graciane, que teve todo o desgaste que eu tive e não pretendia assumir.
GF – Dra. Ana foi de Guarulhos, atuou em UBS, no PA Paraventi. Tem muita experiência.
SI – Cremos que 2019 haverá um grande investimento na atenção básica.
GF – Muito acertada a decisão de colocar um adjunto com experiência em contratações e convênios. Sugerimos até que seja implantada uma procuradoria específica da Saúde, pois cerca de 50% de toda demanda de procuradoria é da saúde.
SI – Entendemos importante fazer esta prestação de contas, porque muito foi feito e é preciso deixar isso registrado.

AÇÕES DA SECRETARIA DA SAÚDE
Assinatura do termo de compromisso com Ministério da Saúde pactuando metas com a Secretaria de Educação para prevenção e promoção à saúde para mais de 200 mil educandos pelo Programa Saúde na Escola (PSE) (1 de fevereiro de 2017).

Inauguração da UBS Primavera em prédio próprio. (04 de fevereiro de 2017)

Implantação de equipes de matriciadores nas quatro regiões de saúde para apoiar a atenção básica nos processos de trabalho (março 2017)

Implantação do NATS (núcleo de apoio e tecnologia em saúde para redução da judicialização (março de 2017)

Criação do Centro de Atendimento Multiprofissional à Pessoa com Deficiência- CAMPD; (abril de 2017)

Experimenta Saúde (parceria SDCETI); (7 de abril de 2017)

Ampliação da saúde Bucal na UBS Seródio com mais duas cadeiras odontológicas ( 25 de abril 2017)

Assinatura do termo de Cooperação Técnica entre a Faculdade de Medicina UNINOVE e SMS – 100 vagas de medicina; (26 de abril de 2017)

Ampliação das especialidades no Cemeg São João (abril de 2017)

Reorganização da rede básica de saúde e dos profissionais, garantindo uma equidade nas 4 regiões de saúde; (maio de 2017)

Ampliação e descentralização das Equipes Multidisciplinares de Atendimento Domiciliar – EMAD mantendo 01 por região de saúde; (maio de 2017).

Criação de 2 Núcleos de Atendimento às Vítimas de Violência (NAV) de referência municipal sediados na UBS Marcos Freire e UBS Flor da Montanha; (2 de maio 2017)

Ampliação de 10 para 17 Núcleos de Apoio à Saúde da Família – NASF; (reorganização em 3 de maio 2017)

Criação do CER tipo II- deficiência física e intelectual; (15 de maio de 2017)

Inauguração do CEMEG Pimentas (22 de maio 2017)

Ampliação do acesso à população com a abertura das UBS aos sábados (PROGRAMA SAÚDE AGORA) com presença de Médicos Clínicos, Ginecologista, Pediatra ou Generalista, Equipe de Enfermagem, Dentista (maio de 2017)

Contratualização para gestão do HMU, HMCA e Policlínica Paraventi (Instituto Gerir) – maio de 2017

Revisão do Plano de Cargos Carreiras e Salários (início em maio de 2017)

Inauguração do CEMEG Cantareira (junho 2017)

Inauguração UPA Paulista (29 de junho de 2017)

Chamamento para contrato de gestão Hospital Municipal Pimentas Bonsucesso (junho de 2017)

Reforma do HMU (entrega da primeira fase em 20 de julho de 2017)

Capacitação dos nomeados ao cargo de SUPERVISOR DE SETOR das Unidades (2/8/17 a 9/2/18) foram 77 formandos e a formatura acontecerá no dia 17 de maio de 2018.

Termo de cooperação com Sociedade Brasileira de Hepatologia para Elastografia (agosto de 2017)
Ampliação das ações de diagnóstico e prevenção de doenças sexualmente transmissíveis por meio do CTA itinerante (02 de agosto de 2017)

Criação do Programa Ambienta Saúde (ações integradas para construção de melhoria da qualidade de vida, gestão de resíduos, hortas comunitárias e medicinais, terapias complementares, sistema de compras sustentáveis, uso racional e responsável de água e energia elétrica); (3 de agosto 2017)

Serviço de Planejamento familiar com Vasectomias no CEMEG Centro (10 de agosto de 2017)

Plenária Municipal da Saúde (18 de agosto de 2017)

Implantação da comissão de avaliação de prontuários nos serviços de saúde para fins educativos e de qualificação das (28 de agosto de 2017).

Movimenta Saúde – lançamento em agosto de 2017 (várias atividades físicas visando qualidade de vida, além de corridas em parceira com a Secretaria de Esportes – corrida do Câncer de Mama, do Movimenta Saúde, do Câncer de Próstata)

Realização do Seminário sobre Sepse (14 de setembro de 2017)

Inicio do funcionamento do Ambulatório de Atenção Especializada no Processo Transexualizador. (setembro 2017)

Implantação do CEMPICS (Centro de Praticas Integrativas e Complementares no Parque Fracalanza) (setembro de 2017)

Simpósio de Infecções Sexualmente Transmissíveis de Guarulhos; (18 /19 de outubro de 2017)

Campanha Febre Amarela, atingindo mais de 850.000 imunizados (início em outubro de 2017)

Criação da central de ambulâncias municipal com bases descentralizadas ( sede, Dona Luiza, Paraiso e Bonsucesso) – outubro de 2017

Desenvolvimento do CÉOS (Trata-se de uma ferramenta interna restrita aos gestores de saúde, com a missão de subsidiar a gestão em saúde e produzir conhecimento através de técnicas e ferramentas de BI (“Business Intelligence”), o Céos é um site centralizador de “dashboards” (relatórios dinâmicos) e indicadores de saúde, oriundos de Sistemas e bases de dados públicas relacionadas à Saúde do Município de Guarulhos). Início de implantação em outubro de 2017

Implantação do Pré-Natal masculino; (novembro de 2017)

Implantação dos Núcleos de atendimento a Obesidade nos CEMEGs (novembro de 2017)

Documento Norteador da Atenção Básica reorganização dos serviços, estabelecimento de parâmetros e ações que possibilitam equidade, universalidade do sistema e articulação em rede dos pontos de atenção para que possamos atingir resultados satisfatórios no território, termo de compromisso entre gestores e trabalhadores da saúde) ; (20 dezembro 2017)

Simpósio de Urgência e Emergência de Guarulhos (2 de dezembro de 2017)

Carreta da Mamografia do Programa Estadual Mulheres de Peito – parceria com o governo do Estado (18 de dezembro de 2017)

Programa LATIN (telemedicina para diagnostico de Infarto agudo do miocárdio) – 21 de dezembro de 2017

Inauguração UPA Cumbica (27 de dezembro de 2017)

Habilitação do CEO Macedo a Rede de Cuidado das Pessoas com Deficiência (29 de dezembro de 2017)

Revisão da Grade de Referência de urgência e emergência (franca melhora da relação com os serviços estaduais) – dezembro de 2017

Implantação do sistema HORUS (sistema do Ministério da Saúde de gerenciamento na assistência farmacêutica) –início em dezembro 2017

Carreta da Mamografia (parceria com o Governo do Estado de São Paulo) (final de dezembro 2017 e inicio de janeiro 2018)

Mutirão de Histeroscopia em parceria com a Igreja Verbo Vivo (24 de fevereiro de 2018)

Banco de Talentos (identificação e classificação) (início em fevereiro de 2018)

Habilitação pelo Ministério da Saúde do serviço de lesões precursoras do colo de útero (SCC) (março de 2018)

Inicio da residência Multiprofissional (1 de março 2018)

Circular da Saúde: duas linhas de ônibus (19 de março de 2018)

Protocolo de Acolhimento com Classificação de Risco para Guarulhos (05 de abril de 2018)-

Implantação e inauguração da residência terapêutica tipo II (10 leitos) na região Cantareira (16 de abril de 2018 com inauguração marcada para 17 de maio de 2018).

Publicação do termo administrativo para a efetivação do Departamento de Animal (DPAN) – 27 de abril de 2018

Assinatura do termo de cooperação com a UNG para equoterapia (maio de 2018)

Inauguração em 16 de maio de 2018 do Centro de Equoterapia da Universidade Univeritas/UNG, uma parceria da SEcretaria de Saúde com a universidade.

Inauguração em 17 de maio de 2018 da Residência Terapêutica Cantareira, a segunda da cidade para abrigar pacientes de Guarulhos que passaram as últimas décadas confinados em Hospitais Psiquiátricos.

Aproximação com o Judiciário para implantação da CAMEDS (câmara de medicação justiça e saúde) – primeiro caso em julho 2018 projeto em andamento.

UBS Água Chata – Com alvará de construção emitido em 02/04/2018, termo de doação já efetivado e obras iniciadas ( previsão de entrega em dezembro 2018)

Termino do chamamento do contrato de gestão para o serviço de laboratório de análises clínicas (junho 2017)

Oficialização do compromisso com o governo do Estado de implantação da AME MAIS com reforma e custeio pelo governo do Estado. (junho de 2018)

Fase final do chamamento do Hospital Pimentas Bonsucesso ( fase de razões e contrarrazões)
Documento norteador da atenção especializada e ambulatorial do município de Guarulhos (reorganização dos serviços com diretrizes operacionais para nortear o planejamento, execução, implementação e monitoramento das ações dos serviços especializados ambulatoriais buscando equidade e universalidade do sistema e articulação com os pontos de atenção à Saúde (em andamento)

Completar 13 Equipes de Saúde da Família com a contratação de três médicos até o momento de um total de 10 vagas disponibilizadas, mais nove enfermeiros e 21 ACS; 9 (em andamento)
Ampliação das ações do Consultório na Rua, completando as 2 equipes existentes na Região Centro e na Região Pimentas; (em execução)

Termo de parceria entre Anvisa Nacional e Vigilância Municipal para que se efetive a vistoria do aeroporto internacional de Guarulhos (em andamento)

Termo de cooperação entre SVO e IML (Parceria Município e Estado de São Paulo) – em andamento
Implantação do Núcleo Apoiador para realizar pré-auditoria de nossas unidades com mapeamento de processos e fragilidades. (em andamento)

Prosseguir com as reformas e ampliações das UBS com recursos vinculados ao MS; aguardando definição de ação conjunta com demais secretarias, como Governo e Justiça.

Atualizar os projetos arquitetônicos segundo padrão do MS para as unidades com recurso vinculado (UBS Água AZUL), arquitetônico básico está pronto. Aguardando disponibilização da emenda parlamentar para contratar empresa que elaborará o projeto executivo.

Construção da UBS Jardim Presidente Dutra; aguardando disponibilização de emenda parlamentar para reinício das obras.

Publicação do chamamento público para contrato de gestão do HMU, HMCA e Policlínica Paraventi. (julho-2018)

Fase final de adequação estrutural do CEMEG CANTAREIRA – previsão de mudança de endereço agosto 2018 (previsão agosto de 2018)

Fase final de adequação estrutural do BANCO DE LEITE , previsão de mudança de endereço setembro de 2018) (previsão setembro de 2018)

Indicação de novo imóvel para o CAPS TEAR (fase de negociação com o proprietário e departamento de locação)

Mudança do CTA para prédio próprio (atualmente utilizado pelo SESMET) já acordado com a secretaria de gestão.

Início da implantação do Programa de Acompanhante do Idoso – PAI e descentralização do CERESI (ainda não foi implantado)

Carreta Brasil Sem Parasitose