Feira de Troca de Livros e Gibis proporciona mais de 400 trocas e doações

A Central do Voluntariado de Guarulhos promoveu, em parceria com a ONG Instituto Acervo, uma Feira de Troca de Livros e Gibis no último sábado (26), das 10h às 17h, na Tenda Verde do Parque Bosque Maia. O intuito da ação, que ocorrerá todo último sábado do mês, é incentivar o gosto e facilitar o acesso à leitura. Ao todo, foram mais de 400 livros trocados e doados e o evento não acarretou em custos aos cofres públicos.
Destinada ao público em geral, a Feira foi desenvolvida por voluntários e instituições sociais. “Cumprimos o nosso papel de aproximar pessoas ao hábito de ler. Destaco que muitas crianças levaram seus livros parar trocar, e o interesse e olhar de satisfação, quando se posicionaram diante da mesa, indicam que a leitura ainda não foi substituída pelas redes sociais e pelos jogos, o que me enche de esperança para um futuro mais instruído e consolidado”, salientou a coordenadora da Central, Sandra Carvalho.
Para Hugo Galdino, o voluntariado representa entrega, ajuda e solidariedade. “Trabalhar com pessoas é sempre muito bom. Exercitamos bastante o lado social atuando como voluntário, nos autoconhecemos e aprendemos com pessoas diferentes, que acabam compartilhando boas energias”, disse.
Hoje em dia as pessoas estão muito submersas na tecnologia, inclusive as crianças, e muitos pais que abordei acharam a iniciativa diferente. Entendo que a prática da leitura é difícil, mas não impossível. Incentivando a leitura, investimos em educação. Com isso, fazemos a diferença em nosso país e nos tornamos cidadãos melhores”, ressaltou Galdino.
Edinar Lopes de Aquino estava fazendo uma caminhada pelo Bosque quando a Feira chamou sua atenção. “Tenho alguns livros sem uso em casa, então considero muito importante compartilhar isso com as pessoas. Às vezes, trago livros e os deixo em cima dos bancos do parque, na intenção de que alguém passe e os peguem. A leitura é fundamental para o esclarecimento de uma verdade. O hábito de ler vem da convivência, dos contatos e da vontade de aprender. Livro é uma escola, é vida”, afirmou.