Festival Internacional Sesc de Circo chega em junho e inclui apresentações gratuitas

O Circos – Festival Internacional Sesc de Circo chega à 5ª edição reafirmando-se como espaço de encontro para a produção contemporânea circense brasileira e estrangeira, com espetáculos, intervenções e atividades formativas que, ao longo de 11 dias, circularão por unidades do Sesc na Capital e Guarulhos.

Além do Brasil, 20 países estão presentes na programação: Alemanha, Argentina, Austrália, Bélgica, Chile, Equador, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, França, Itália, Marrocos, México, Peru, Portugal, Quênia, Reino Unido, Rússia, Suécia e Uruguai.

O festival promove o encontro entre artistas de diferentes culturas, técnicas e habilidades, como acrobacia, malabarismo, equilibrismo, palhaçaria e ilusionismo. Atento a uma tendência mundial, também aposta na integração entre a linguagem circense e outras, como dança, música, teatro e cinema.

A relevância das expressões artísticas reside nas conexões com as coisas do mundo e, nesse sentido, a experiência do circo sugere um elemento para inspirar a ação cultural: o trabalho coletivo“, destaca o diretor do Sesc São Paulo, Danilo Santos de Miranda, sobre o Circos – Festival Internacional Sesc de Circo, “que apresenta em sua quinta edição espetáculos de diversas origens, cuja essência reside na ação coletiva, nas quais o protagonismo individualizado cede espaço para a concepção plural”.

São 30 atrações, com representantes de 21 países e de diferentes estados brasileiros. Uma estreia mundial (Ex-libris, da Espanha) e 14 inéditas no Brasil, entre eles Smashed, da companhia Gandini Juggling, selecionada para a abertura do festival. O espetáculo britânico, cujo desenho de movimento é inspirado em trabalhos da coreógrafa alemã Pina Bausch, trabalha a sincronia entre técnicas tipicamente circenses – como o malabarismo – e elementos do universo coreográfico.

Entre os brasileiros, Das cinzas coração simula um filme mudo dos anos 1920, por meio de figurinos, maquiagem e efeitos de iluminação, e usa a palhaçaria e o humor crítico para discutir a desigualdade de gênero. Já Bubuia, indicado para a primeira infância, instiga a imaginação e a percepção sensorial a partir do conto de Guimarães Rosa “A terceira margem do rio”.

Algumas atrações envolvem artistas e produtores de mais de um país. Maiador, com produção brasileira e francesa, traz números de acrobacia, equilíbrio e capoeira ao som de samba de roda e baião, enquanto a intervenção Os pássaros do Lido reúne 15 artistas de oito países que usam técnicas da dança contemporânea, acrobacias aéreas e malabarismo para abordar as relações sociopolíticas e a importância da coletividade no mundo atual.

Sete atividades formativas reforçam a pauta, ampliando a reflexão sobre o espaço da direção e da dramaturgia na criação das obras circenses, analisando as produções, seus contextos, críticas e estéticas, compartilhando conhecimentos em um laboratório de produção e introduzindo técnicas e princípios das habilidades circenses de forma prática em estações de circo para crianças e adultos.

O Circos acontecerá nas unidades: Avenida Paulista, Belenzinho, Bom Retiro, Campo Limpo, Carmo, Centro de Pesquisa e Formação, CineSesc, Consolação, Ipiranga, Itaquera, Parque Dom Pedro II, Pinheiros e Vila Mariana e no recém-inaugurado Sesc Guarulhos. A programação completa está abaixo e disponível em sescsp.org.br/circos e a venda de ingressos acontece por este mesmo endereço e em todas as unidades do Sesc São Paulo.

Programação por data de apresentação:

  • ·        SMASHED

Gandini Juggling

Inglaterra / Estados Unidos

INÉDITO NO BRASIL

 
Espetáculo de estreia do Circos Festival Internacional Sesc de Circo é inspirado no universo gestual da coreógrafa alemã Pina Bausch (1940 – 2009) e combina dança, teatro e malabarismo para discutir os conflitos gerados pelos jogos de poder nos relacionamentos humanos
 

Sesc Consolação, Teatro, dias 13, 14, 15 e 16 de junho

Imagens em vídeo

Em meio a xícaras e bules que contextualizam um chá da tarde, duas mulheres e sete homens realizam movimentos repetitivos quase involuntários para equilibrar 80 maçãs. No desenrolar do encontro, conduzido por uma trilha sonora que vai de música pop a Vivaldi, trocam olhares, interagem e têm seus conflitos revelados enquanto manipulam o “fruto proibido” até seu esmagamento catártico.
Na vanguarda do circo contemporâneo há 27 anos, a companhia Gandini Juggling é um dos maiores nomes do malabarismo mundial. Já fez mais de 5 mil apresentações em 50 países. Smashed foi vencedor do Herald Angels Awards, do Festival de Edinburgh, na Escócia, em 2013.

Direção: Sean Gandini

Direção técnica:Arnaud Stephenson

Dramaturgia: John-Paul Zaccarini

Elenco: Malte Steinmetz, Arron Sparks, Francesca Mari, Iñaki Sastre, Tedros Girmaye, Antek Klemm, Doreen Grossmann, Jon Udry e Guido van Hout

Produção no Brasil:Raquel Dammous

SMASHED

Duração: 60 min.

Recomendação etária: 12 anos

13.06, quinta, 21h

14.06, sexta, 21h

15.06, sábado, 21h

16.06, domingo, 18h

Sesc Consolação, Teatro

Ingressos:
Inteira R$ 50
Meia R$ 25
Credencial plena R$ 15

  • BABEL, GLÖM

Kaaos Kaamos

Suécia / Finlândia / Alemanha / França

INÉDITO NAS AMÉRICAS

Vídeo em:

Dias 14, 15, 16, 18, 19 e 20 de junho

Babel, glöm desafia os limites da força e do equilíbrio para discutir as ideias de individualidade e coletividade. “A performance fala sobre viver junto e lidar com as diferenças. Queremos explorar as tensões entre o ‘seja você mesmo’ e o ‘fique junto’”, diz o artista Anouck Le Roy.

Babel, glöm significa “Babel, esqueça”, um convite, segundo Anouck, a ir além do mito da Torre de Babel, cuja construção foi interrompida porque as pessoas não se entendiam por falarem línguas diferentes, segundo a tradição bíblica. A ideia do espetáculo é usar o que parece nos separar para nos tornar mais fortes.

Ao reunir seis acrobatas de quatro países diferentes, a diversidade cultural do grupo e o repertório individual de cada artista são colocados em destaque no trabalho, que aborda a união por meio de técnicas acrobáticas executadas de forma coletiva. Muitas vezes, cada um fala o texto na sua própria língua materna, reforçando a ironia das tentativas de comunicação, que muitas vezes só ocorre pelos movimentos dos artistas. É o primeiro trabalho da companhia sueca Kaaos Kaamos.

Direção e produção: Kaaos Kaamos e Albin Warette

Elenco: Erika Ahola, Johan Sjölund, Elisabeth Künkele, Perry Rudolph, Anouck Le Roy, Erik Glas

Produção local: Júlia Gomes – CenaCult Produções

BABEL, GLÖM

Duração 45 min.

Recomendação etária: Livre

Ingressos: Grátis

14 e 15 /06 • 15h – Sesc Itaquera, Praça de Eventos

16/06 • 14h – Sesc Campo Limpo, Praça

18/06 • 15h – Sesc Guarulhos, Praça de Convivência

19/06 • 15h – Sesc Parque Dom Pedro II, Tenda

20/06 • 15h – Sesc Pinheiros, Praça

 
  • BACKBONE (Coluna vertebral)

Gravity & Other Myths

Austrália

INÉDITO NA AMÉRICA DO SUL

Dias 14, 15, 16 de junho

Backbone trata da força em suas diferentes facetas. O vigor físico é visível nos diversos números de acrobacia, que levam o corpo ao limite. A iluminação traz dramaticidade e emoldura as sequências acrobáticas, nas quais tudo parece estar por um fio. O risco, inerente à atividade circense, é sentido, por exemplo, quando um artista sobe numa pirâmide humana de quase quatro metros de altura, por meio de um salto mortal.

A música ao vivo, composta especialmente para o espetáculo, tem batida eletrônica e pontua cada movimento com precisão. “A música aciona nosso ritmo interno para que trabalhemos em harmonia ou mesmo em contraste com ela”, afirma Lachlan Bonns, diretor e artista da companhia formada em 2009, que já ganhou cinco prêmios internacionais, incluindo o Adelaide Fringe Festival por A Simple Space. Backbone venceu o Australian Dance Award.

Em português, backbone significa coluna vertebral, estrutura que é firme a ponto de sustentar o corpo humano e maleável o suficiente para permitir todo tipo de movimento. Os contrastes entre maleabilidade e rigidez aparecem em diversos momentos, como as várias cenas em que os artistas carregam ou suspendem pedras, numa referência ao peso e à solidez desses objetos.

Direção: Darcy Grant

Elenco: Martin Schreiber, Lachlan Binns, Jascha Boyce, Jacob Randell, Lewie West, Lewis Rankin, Joanne Curry, Mieke Lizotte, Lachlan Harper e Jackson Manson

Produção no Brasil: Companhia do Polvo – Mark Bromilow, Mari Savarese e Natalia Presser

Apoio: Embaixada da Austrália

BACKBONE (Coluna vertebral)

14/06 • 21h

15/06 • 18h

16/06 • 18h

Sesc Pinheiros, Teatro Paulo Autran

Ingressos:
Inteira R$ 50
Meia R$ 25
Credencial plena R$ 15

  • CABARÉ MÁGICO

Ricardo Malerbi / Gisell / Alana Moehlmann / Caio Ferrera / Célio Amino / Rapha Santacruz

Alemanha / Brasil / Peru

ESTREIA MUNDIAL

Vídeo em: https://youtu.be/_jD1uRh9AI8

Dias 14, 15 e 16 de junho

Mágica é mescla de assombro e poesia. Acontece na mente de cada espectador, abrindo outra dimensão, um universo amplo onde o impossível acontece. A arte mágica como a conhecemos remonta ao século 19 e continua se reinventando. Objetos ganham vida, se transformam. Previsões se materializam, aparições instantâneas ocorrem. Cenas assim estarão presentes no Cabaré Mágico, que reúne seis ilusionistas.

A presença de duas convidadas estrangeiras enfatiza o valor feminino num meio majoritariamente masculino. A alemã Alana Möhlmann, primeira mulher a conquistar o German Champion of Magic, ressignifica elementos típicos do universo feminino. A peruana Gisell mistura tradição e contemporaneidade por meio de cartas e aros chineses, clássicos do repertório mágico.

Os demais artistas são brasileiros. Caio Ferreira, bicampeão latino-americano de ilusionismo, conjuga poesia e agilidade na manipulação de objetos. Rapha Santacruz usa o pífano, flauta popular no Nordeste, num roteiro musical que fala dos artesãos de barro de Caruaru. O experiente Célio Amino, com 30 anos de carreira, traz elementos do teatro japonês kabuki para ambientar seus números de mágica teatral.

Direção e apresentação: Ricardo Malerbi

Ilusionistas: Alana Möhlmann, Caio Ferreira, Célio Amino, Gisell, Rapha Santacruz e Ricardo Malerbi

Produção: Christianne Galdino

CABARÉ MÁGICO

14/06 • 15h

15/06 • 16h

16/06 • 16h

Sesc Vila Mariana

Teatro

Duração 70 min.

Recomendação etária: 10 anos

Ingressos:
Inteira R$ 40
Meia R$ 20
Credencial plena R$ 12

  • PEDRA NO SAPATO

Companhia Laguz Circo

Brasil (CE) / Argentina

ESPETÁCULO GRATUITO PARA CRIANÇAS DE ATÉ 12 ANOS

Dias 14, 15 e 16 de junho

É comum encontrarmos pessoas que nos atrapalham, que incomodam. Mas esse tipo de relação pode virar um aprendizado sobre superação e respeito na medida em que percebemos a importância do outro em nossas vidas. Esse é o mote do espetáculo para crianças Pedra no sapato.

Na montagem, Suspiro é o palhaço artista que deseja o foco para si, mas é interrompido o tempo todo pela palhaça Burbuja, a faxineira brincalhona do teatro. Tendo como referência duas figuras da palhaçaria clássica, o “branco” (aristocrata, que encarna a figura de poder, como Suspiro) e o “augusto” (extravagante, provocador, como Burbuja), os artistas criam o elo entre os personagens, que encenam os contrastes entre a ordem e o desajuste, apresentando números de acrobacia, mágica e humor.

No palco, uma meia gigante se desenrola e se transforma em roupas em um varal, sacos de lixo viram malabares e o aparente conflito se dissolve com cumplicidade, empatia e afeto.

Criação, interpretação e cenário: Felipe Abreu e Romina Sanchez

Produção: Felipe Abreu

PEDRA NO SAPATO

14/06 • 10h

14/06 • 15h

15/06 • 11h

16/06 • 11h

Sesc Ipiranga, Teatro

Duração 50 min.

Recomendação etária: Livre

Ingressos:
Inteira R$ 20,00
Meia R$ 10,00
Credencial plena R$ 6,00

  • HALKA (A Energia do Círculo)

Grupo Acrobático do Tanger

Marrocos    

INÉDITO NAS AMÉRICAS

Vídeo em: https://www.youtube.com/watch?v=UD7oL60LhlQ

Dias 14, 15 e 16 de junho

A acrobacia é a essência de Halka. O espetáculo marroquino ressignifica essa modalidade artística tradicional com o objetivo de desafiar, atualizar e valorizar a tradição acrobática.

Numa referência ao modo como as antigas performances de rua eram apresentadas no Marrocos, os números seguem formas circulares (halka significa “a energia do círculo”). “Eles reverenciam o conhecimento passado de geração a geração e o contextualizam com referências da sociedade atual”, diz Sanae El Kamouni, diretora da companhia. As tensões entre tradição e modernidade são representadas também pela disputa entre gêneros, como no momento em que uma mulher tenta comandar o grupo, mas é destituída por um homem.

Os artistas encenam números como pirâmides acrobáticas e saltos mortais em um enredo que homenageia o santo sufi Sidi Ahmed o Moussa, considerado patrono dos acrobatas marroquinos. A trilha sonora é executada ao vivo por dois artistas, com cânticos, percussões e instrumentos de sonoridade típica marroquina.

Direção e concepção: Grupo Acrobático do Tanger.

Elenco: Najwa Aarras, Amal Hammich, Mohammed Hammich, Mustapha Aït Ouarakmane, Adel Châaban, Mohammed Achraf Châaban, Mhand Hamdan, Mohammed Takel, Abdelaziz El Haddad, Samir Lâaroussi, Younes Yemlahi, Ouahib Hammich, Hamza Naceri, Hammad Benjkiri.

Produção no Brasil: Gabi Gonçalves – Corpo Rastreado

HALKA

14/06 • 20h

15/06 • 20h

16/06 • 18h

Sesc Guarulhos, Teatro

Duração 60 min.

Recomendação etária: 10 anos

Ingressos:
Inteira R$ 40
Meia R$ 20
Credencial plena R$ 12

  • NAUFRAGATA

Circo Zoé

Itália / França

INÉDITO NO BRASIL

Vídeos em: https://youtu.be/iIDL0TbftCQ

Dias 14, 15 e 16 de junho

O navio naufragou, mas o show precisa continuar. Traçando um paralelo entre a natureza itinerante dos antigos corsários e das companhias circenses, o espetáculo conduz a tripulação e o público por mares imaginários, sem destino certo.

Em alguns números, os próprios artistas sustentam os aparelhos – como a lira e a corda bamba – para que os colegas façam suas acrobacias, cheias de leveza, precisão e coragem. Esse método é conhecido como autoportagem. No plano de fundo, o capitão do navio lidera uma banda, que toca violino, acordeão, piano e bateria.

Uma porta de madeira gira 360 graus e permite que o público acompanhe os bastidores da história dos tripulantes. Enquanto um escreve cartas, outro as rasga, e um grupo se distrai fazendo festa. Juntos, eles tentam desvendar o misterioso objeto que o capitão guarda como um tesouro.

Criada em 2012, a Circo Zoé reúne artistas circenses com diferentes formações, dois músicos e um técnico inventor. Naufragata estreou em 2014 na Itália, já fez turnê por toda a Europa e chega agora ao Brasil.

Direção: Criação Coletiva

Elenco: Chiara Sicoli, Anouck Blanchet, Simone Benedetti, Adrien Fretard, Ivan Do-Duc, Marco Ghezzo, Diego Zanoli

Direção técnica: Yoann Breton

Composição musical: Diego Zanoli

Produção local: João Carlos Couto

Apoio: Instituto Italiano de Cultura

NAUFRAGATA

14/06 • 14h30

Sesc Carmo, Praça Poupatempo

15/06 • 16h

16/06 • 14h

Sesc Parque Dom Pedro II, Parque de Habilidades

Duração 50 min.

Recomendação etária: Livre

Ingressos: Grátis

  • VINCLES (Vínculos)

Circ Bover

Espanha/França

INÉDITO NO BRASIL

Dias 14, 15, 16, 17 e 18 de junho

Em um clima onírico e festivo, os artistas exploram ao máximo as possibilidades do bambu, numa estrutura móvel de sete metros de altura, feita de caules dessa planta. Eles se penduram, se deslocam até o topo, se equilibram, ajudam a sustentar os colegas. Realizam suspensões aéreas, saltos, malabarismos e números de acrobacia, embalados por uma trilha sonora feita de vários instrumentos, como flauta e violino, além de sons que evocam a natureza.

O espetáculo também é feito de fantasia e trapalhadas. Numa delas, um artista está deitado de bruços no chão com um bambu sobre suas costas. Ele finge que o bambu é pesado como um poste e por isso não consegue se mover. Os pés patinam, mas ele mal sai do lugar. Crianças costumam sorrir na plateia, como em tantos outros momentos. Cria-se a conexão com o público.

Criado em 2015 para comemorar os 10 anos da companhia, o espetáculo venceu prêmios internacionais de artes cênicas como o Feten 2016 (melhor espetáculo de rua) e também conquistou o selo de qualidade Move Awards 2016 (melhor show visual da Europa).

Direção e dramaturgia: Pau Bachero

Concepção: Sebastià Jordà

Elenco: Maëlys Rousseau, Marc Florencio, Gràcia Moragues e Mateu Canyelles

Produção: Cristina Mateu

Produção local: Márcia Nunes

VINCLES (Vínculos)

14/06 • 15h Sesc Campo Limpo, Praça central

15/06 • 14h Sesc Ipiranga, Quintal

16/06 • 15h Sesc Pinheiros, Praça

17/06 • 14h30 Sesc Carmo, Praça Poupatempo

18/06 • 15h Sesc Bom Retiro, Praça

Duração 45 min.

Recomendação etária: Livre

Ingressos: Grátis

  • ORDINÁRIOS

La Mínima Circo e Teatro

São Paulo (SP)

Dias 14, 15 e 16 de junho

Três soldados improváveis são convocados para uma importante missão: invadir um território inimigo para resgatar seu superior. Um deles é metido a valente. Outro é um comilão atrapalhado e o terceiro, um falsificador que quer desertar antes mesmo de a batalha começar. Depois de treinarem em florestas, campos minados e corredeiras imaginárias, eles tentam a todo custo fugir da incumbência.

A jornada é cheia de situações que deixam claro que eles não são valentes nem tampouco estrategistas. Numa delas, com o palco escuro, iluminado apenas por candeeiros, os soldados deparam com uma caveira. A situação serve de gatilho para diálogos que brincam com a ignorância deles e, de quebra, revelam o autoritarismo existente na tropa. “A ideia é propiciar o jogo de cena entre os palhaços de forma bufa, com rigor físico e teor patético”, diz Fernando Sampaio, cofundador da companhia.

Criada em 1997 por Sampaio e Domingos Montagner (1962-2016), a LaMínima já montou 14 espetáculos e venceu vários prêmios, entre eles o Shell. Ordinários é inspirado na experiência da companhia com a ONG Palhaços sem Fronteiras, atuante em áreas de conflito.

Direção e preparação mímica: Alvaro Assad

Concepção: Alvaro Assad, Fernando Paz, Fernando Sampaio e Filipe Bregantim

Roteiro: Newton Moreno, Alvaro Assad e La Mínima Circo e Teatro

Elenco: Fernando Paz, Fernando Sampaio e Filipe Bregantim

Direção de Produção: Luciana Lima

Produção executiva: Priscila Chá

ORDINÁRIOS

14/06 • 21h

15/06 • 18h

16/06 • 18h

Sesc Bom Retiro

Duração 70 min.

Recomendação etária: 14 anos

Ingressos:
Inteira R$ 40
Meia R$ 20
Credencial plena R$ 12

  • STRACH, A FEAR SONG (Strach, canção do medo)

Théâtre d’un Jour

França / Bélgica

INÉDITO NAS AMÉRICAS

Vídeo em: https://www.youtube.com/watch?v=4mb9-EwMHDs&feature=youtu.be

Dias 18, 19 e 20 de junho

Três acrobatas, uma cantora lírica e um pianista provocam o público em Strach, canção do medo com a seguinte questão: como (con)viver com nossos medos?

O medo está presente quando personagens masculinos com máscara de cachorro travam uma disputa para se aproximar da personagem feminina e depois se unem para persegui-la; quando um personagem ameaça outro com um grande objeto cortante; quando uma pessoa da plateia é convidada a testar os limites do seu corpo num movimento acrobático. A interação com a plateia é essencial em algumas situações. Até porque, se o público não participar, a soprano Julie Calbete pode cair no chão enquanto canta “Dance me to the end of love”, de Leonard Cohen.

A voz lírica tem a função de ser uma presença amigável para o público. Afinal, Strach busca resgatar valores como confiança e tolerância às diferenças. “O capitalismo nos coloca na competição por um mundo que só dá voz aos ricos. Antes tínhamos medo da morte, agora temos da vida. Não é normal. Precisamos aceitar nossos medos e os dos outros para construir algo novo”, reflete o diretor Patrick Masset.

Strach ganhou o prêmio de melhor espetáculo de circo no Prêmio da Crítica em Bruxelas, em 2018.

Direção e concepção: Patrick Masset

Elenco: Airelle Caen, Alice Noël, Denis Dulon e Guillaume Sendron

Cantora: Julie Calbete

Produção: T1J

Produção no Brasil: Circus Produções

Diretor de produção: Guto Ruocco

Produção executiva: Paulo Aliende

STRACH, A FEAR SONG (Strach, canção do medo)

18/06 • 21h

19/06 • 21h

20/06 • 17h

Sesc Belenzinho, Sala de Espetáculos II

Duração 65 min.

Recomendação etária: 12 anos

Ingressos:
Inteira R$ 40
Meia R$ 20
Credencial plena R$ 12

  • LEÕES, VODKA E UM SAPATO 23

Cia de 2

São José dos Campos (SP)

ESTREIA NACIONAL

Dias 18 e 19 de junho

Leões, vodka e um sapato 23 faz uma releitura ficcional da tragédia ocorrida no Circo Vostok, em Pernambuco, em abril de 2000. Naquele domingo, um garoto do público foi atacado e devorado por Bongo, um dos cinco leões mantidos pelo circo. Quatro deles acabaram executados pela polícia. Foi o fim do Vostok.

O espetáculo retrata o cotidiano de quatro artistas miseráveis na busca pela sobrevivência, assombrados pelos fantasmas dos leões. Daí surgem questões existenciais sobre a condição do ser humano, como liberdade, fome e morte, explica Jonas di Paula, que integra o elenco. “Criamos um paralelo implícito com as tragédias do nosso país, que são sempre esquecidas”.

Os personagens são retratados como bufões da Idade Média, que eram miseráveis. Os artistas utilizam técnicas de palhaçaria, como as cascatas (quando simulam uma queda e despertam o riso da plateia), além de inserções musicais para criar uma narrativa tragicômica.

O espetáculo marca os 13 anos de atividade da Cia de 2, que convidou atores da La Cascata Cia Cômica para convergir suas pesquisas de circo, teatro e música.

Direção: Roberto Rosa                   

Dramaturgia: Coletiva

Elenco: Adriano Laureano, Jean Oliveira, Jonas di Paula e Marcio Douglas

Produção: Jean Oliveira

LEÕES, VODKA E UM SAPATO 23

18/06 • 20h30

19/06 • 20h30

Sesc Pinheiros, Auditório

Duração 60 min.

Recomendação etária: 18 anos

Ingressos:
Inteira R$ 30
Meia R$ 15
Credencial plena R$ 9

  • RISCO

Cia do Relativo

São Paulo (SP)

ESTREIA NACIONAL

Vídeos em: https://youtu.be/MUG5Y53Gjog https://youtu.be/Ta2lMwsXYgc

Dias 18 e 19 de junho

Em uma atmosfera nebulosa, a montagem mostra a batalha de um homem para transpor seus pensamentos para o papel – são mais de 3 mil folhas em cena. Elas ganham vida, desaparecem, reaparecem, saltam e retornam ao chão enquanto interagem com os personagens e suas sensações.

Segundo o artista Otavio Fantinato, o grupo passou meses à procura de uma ideia para o espetáculo de comemoração de seus dez anos de carreira, até que uma folha de papel despontou como suporte ideal. “Fomos buscar inspiração na própria busca. Olhando os papéis em branco, percebemos que a busca era o que importava. Nos colocamos em estado de atenção, tentando entender o que se passava no processo.”

A jornada de criação artística e a complexidade de se manter em equilíbrio em meio ao caos são as questões que inspiram o trabalho, o primeiro da Cia do Relativo a utilizar recursos do ilusionismo. A referência é a magie nouvelle, movimento surgido na França nos anos 2000, que combina a magia tradicional com outras formas de arte, como a dança.

Direção de pesquisa artística: Daniela Rocha-Rosa

Concepção e elenco: Tássio Folli e Otavio Fantinato

Produção: Halida Maria Dorneles

RISCO

18/06 • 19h

19/06 • 19h

Sesc Belenzinho, Teatro

Duração 50 min.

Recomendação etária: 14 anos

Ingressos:
Inteira R$ 30
Meia R$ 15
Credencial plena R$ 9

  • DAS CINZAS CORAÇÃO

Jéferson Rachewsky

Porto Alegre (RS)

ESTREIA EM SÃO PAULO

Vídeo em: https://youtu.be/mHh7yuBhyQM

Dias 19, 20 e 21 de junho

Das Cinzas Coração usa o humor crítico para narrar um dia na vida de uma dona de casa oprimida pelo marido. “É uma comédia sobre desigualdade de gênero que junta o charme do cinema mudo a técnicas de palhaçaria. Decidimos falar da mulher que é colocada, desde sempre, num papel de submissão forçada. Queríamos virar o jogo. Na encenação. Na história. No todo”, explica Jéferson Rachewsky, ator e diretor do espetáculo.

Situações domésticas viram esquetes em que Aurora, a personagem feminina, é sempre a protagonista. Fritar uma panqueca se transforma num número de malabarismo e as cenas de perseguição ganham tom cômico, tudo pontuado pelo piano que toca ao vivo a trilha sonora de um filme mudo dos anos 1920, caracterização de época reforçada pela maquiagem, pelo figurino e pelo cenário em preto e branco.

O espetáculo foi indicado ao Prêmio Açorianos de Teatro Gaúcho 2018 em oito categorias, entre elas as de melhor ator e atriz.

Direção: Jéferson Rachewsky

Elenco e dramaturgia: Jéferson Rachewsky e Valquíria Cardoso

Produção: Quimera Criações Artísticas e Teatro Ateliê

DAS CINZAS CORAÇÃO

19/06 • 21h

20/06 • 18h

21/06 • 21h

Sesc Ipiranga

Duração 40 min.

Recomendação etária: 12 anos

Ingressos:
Inteira R$ 30
Meia R$ 15
Credencial plena R$ 9

  • EX- LIBRIS (Os Livros)

Cia Voël

Espanha

ESTREIA MUNDIAL

Vídeo em: https://www.youtube.com/watch?v=zabRs9ZF2jw
 

Dias 20, 21, 22 e 23 de junho

Enfileirados como peças de dominó, livros tombam no chão, formando um círculo que delimita o espaço de ação de um casal. O universo da leitura ganha um olhar poético no espetáculo, que representa um momento de isolamento, uma intenção de que as reflexões possam fluir naturalmente, sem as distrações típicas do mundo contemporâneo.

A artista Deborah Cobos explica que o cenário representa “uma paisagem de papel, uma montanha de letras, por meio das quais os personagens caminham”. Para ela, o espetáculo “é como um pequeno poema”.

Ex-libris é feito de dança, acrobacia e técnicas circenses, por exemplo, a de andar e se balançar sobre uma bola. Os artistas manipulam livros o tempo todo, como na cena em que Cobos voa pelo palco com um exemplar na mão. Tudo conduzido pela trilha sonora de violão e voz, tocada ao vivo.

A Cia Voël, criada na Catalunha em 2017, tem pesquisa focada em acrobacia e na técnica de russian cradle, também conhecido como quadrante coreano, quando um artista balança o outro como se fosse uma gangorra.

Direção e concepção: Cia Voël

Elenco: Deborah Cobos (Debi), Jordi Serra, Marc Sastre

Produção no Brasil: Elisa de Oliveira

Apoio: Generalitat de Catalunya, Teatre Principal, d’Olot, Ca l’Estruch, Fet a Mataró, Ajuntament de Moià, Ateneu Popular de 9barris, La Central del Circ

EX – LIBRIS

20/06 • 16h

21/06 • 21h

22/06 • 21h

23/06 • 16h

Sesc Vila Mariana, Teatro

Duração 50 min.

Recomendação etária: 10 anos

Ingressos:
Inteira R$ 40
Meia R$ 20
Credencial plena R$ 12

  • MAIADOR

Cia Delá Praká

Brasil (RJ) / França

INÉDITO EM SÃO PAULO

Vídeo em: https://www.youtube.com/watch?v=ICGzsZf77eA&feature=youtu.be

Dias 20, 21, 22 e 23 de junho

Com forte inspiração na cultura regional brasileira, os artistas se revezam entre acrobacias, números de equilíbrio e capoeira, ao som de samba de roda e baião. As sequências são geralmente feitas em dupla, em perfeita sincronia. O cenário é composto apenas por um mastro chinês, no centro, e pelas cordas que o sustentam.

Segundo o grupo, maiador é o nome que se dá, na região do Recôncavo Baiano, à sombra onde os bois descansam no pasto. É essa atmosfera de acolhimento e refúgio que conduz o espetáculo.

“A imagem do maiador não aparece de forma explícita. É um ambiente que se cria no desenrolar das cenas. Ora na execução de uma música, ora num momento de encontro entre os personagens”, diz a artista Diana Bloch, que destaca a interação com o público, convidado a entoar refrões das canções.

Direção: Cia DelaPraká

Direção musical: Ari Vinícius

Elenco: Diana Bloch, Marina Collares, Edgar Ramos e Ronan Lima

Produção: Arueira – Expressões Brasileiras

MAIADOR

20/06 • 15h

21/06 • 15h

Sesc Itaquera, Praça de Eventos

22/06 • 15h

23/06 • 15h

Sesc Parque Dom Pedro II, Tenda

Duração 40 min.

Recomendação etária: Livre

Ingressos: Grátis

  • HAI, A PESCADORA DE SONHOS

Cia Giramagic

Brasil (SP) / Espanha

INÉDITO NAS AMÉRICAS 

Espetáculo gratuito para crianças de até 12 anos

Indicado para crianças, o espetáculo une mágica e teatro gestual à poesia visual e trabalhos de clown

Dias 20, 21, 22 e 23 de junho

Com a precisão de uma ilusionista e a espontaneidade de uma palhaça, a artista Joana Rhein faz uma divertida incursão pelo universo do mar e da pescaria. Objetos aparecem, desaparecem e mudam de forma. Uma concha pequena cresce subitamente. Um peixe cenográfico solta bolhas de sabão, que logo começarão a sair da boca da protagonista. O cadarço de um sapato velho transforma-se em uma rosa.

Voltado para crianças, Hai, a pescadora de sonhos traz referências de ilusionismo, clown, poesia visual e teatro gestual. Usando técnicas como manipulação de objetos e títeres, Joana brinca com a plateia, criando o que define como uma “experiência psico-mágica”.

“É uma aventura poética pelo oceano da imaginação onde, por meio da consciência e do jogo criativo, conseguimos despertar um estado de liberdade e amor”, diz a artista, que também é co-criadora do espetáculo. Sem texto, a performance conta com trilha sonora original.

Direção, concepção e criação: Joana Rhein e Miquel Crespi.

Elenco, cenografia e vestuário: Joana Rhein.

Produção: Cia Giramagic

Produção no Brasil: Raquel Rosmaninho.

HAI, A PESCADORA DE SONHOS

20/06 • 11h

21/06 • 11h

22/06 • 11h

23/06 • 11h

Sesc Bom Retiro, Teatro

Duração 55 min.

Recomendação etária: Livre

Ingressos:
Inteira R$ 20
Meia R$ 10
Credencial plena R$ 6

Espetáculo gratuito para crianças de até 12 anos

 
  • BUBUIA

Coletivo Antônia

Brasília (DF)

Espetáculo gratuito para crianças de até 12 anos

Indicado para a primeira infância, o espetáculo é uma livre interpretação do livro “A terceira margem do rio”, de Guimarães Rosa

Dias 20, 21 e 22 de junho

O conto de Guimarães Rosa “A terceira margem do rio” é o ponto de partida de Bubuia, uma interpretação livre da obra sobre um homem que abandona tudo para viver sozinho, em uma canoa no meio do rio.

A montagem apresenta elementos que instigam a imaginação e a percepção sensorial das crianças. Baldes e bacias de água são dispostos no palco, que fica no mesmo nível dos pequenos espectadores. Bexigas brancas são enchidas e esvaziadas pelo elenco. Um barquinho navega no ar, e não nas águas.

Bubuia se conecta com o público por meio de sugestões, deixando as crianças livres para criarem, elas próprias, o restante do enredo. As três atrizes dão cambalhotas, rastejam e andam em quatro apoios, movimentos familiares aos bebês, abrindo mais um canal de comunicação com eles. “Uma das principais provocações do espetáculo é a de que não existem barreiras temáticas para se fazer arte para bebês”, diz a atriz Cirila Targhetta.

A dramaturgia é uma parceria entre os coletivos Antônia, que ganhou o Prêmio Sesc/DF de melhor espetáculo infantil em 2017, por Voa, e Instrumento de Ver, em sua primeira incursão no mundo do teatro para bebês.

Direção artística: Beatrice Martins, Daniel Lacourt e Julia Henning (Instrumento de Ver)

Dramaturgia: Coletivo Instrumento de Ver e Coletivo Antônia

Elenco: Cirila Targhetta, Kamala Ramers e Tatiana Bittar

Produção: Coletivo Antônia

·         BUBUIA

20/06 • 15h e 17h

21/06 • 15h e 17h

22/06 • 15h e 17h

Sesc Avenida Paulista, Térreo

Duração 35 min.

Recomendação etária: Livre

Ingressos: 
Inteira R$ 20,00
Meia R$ 10,00
Credencial plena R$6,00
 
  • WENDY E PETER

Companhia Linhas Aéreas

São Paulo (SP)

Vídeos em: https://youtu.be/a60TyXm-QUk

Dias: 20, 21, 22 e 23 de junho

As aventuras de Peter Pan e Wendy, personagens do clássico romance de 1911 de J. M. Barrie, são narradas pela ótica feminina, tendo Wendy como protagonista. A garota doce que adora contar histórias reaparece adulta e recebe a visita do companheiro, que não se lembra de seu passado. Ela volta a ser criança, reaprende a voar e retorna com ele à Terra do Nunca.

“Ao contrário de Peter, Wendy amadurece e não se esquece do que viveu. Ela é a heroína que sabe o que quer”, diz Ziza Brisola, a artista que interpreta Wendy e o Capitão Gancho – Patrícia Rizzi faz o Peter Pan. Além das duas atrizes em cena, há personagens construídos com recursos de luz e sombras.

A dramaturgia une circo, teatro, dança contemporânea e kung-fu. Uma árvore cenográfica de ferro de quatro metros de altura é o espaço físico de encenação e também o suporte para voos suspensos por tecidos, elásticos, faixas e cordas. As intérpretes transitam o tempo todo pela estrutura e vão transformando os cenários nos diferentes lugares onde a história se passa. Wendy e Peter marca os 20 anos da Companhia Linhas Aéreas.

Direção: Bruno Rudolf

Adaptação: Patrícia Rizzi e Ziza Brisola (colaboração de Bruno Rudolf e Marcelo Galdino)

Intérpretes-criadoras: Patrícia Rizzi e Ziza Brisola

Produção: Ziza Brisola

Criação e Realização: Companhia Linhas Aéreas

WENDY E PETER

20/06 • 15h

21/06 • 15h

22/06 • 15h

23/06 • 15h

Sesc Bom Retiro, Praça

Duração 60 min.

Recomendação etária: Livre

Ingressos: Grátis

  • GUADUAL (Bambuzal)

Teatro Sánchez Aguilar

Equador

INÉDITO NO BRASIL

Dias 21, 22 e 23 de junho

Uma companhia de circo internacional é abandonada numa estrada à beira de um rio, no Equador, e acolhida por camponeses, com quem passa a conviver e dividir o espaço. No cenário, que reproduz um bambuzal, acontece a troca entre esses dois universos. Os artistas ensinam truques circenses aos anfitriões, que, por sua vez, mostram aos forasteiros como lidar com o bambu. Um encontro poético da arte com a natureza.

Elementos prosaicos do dia a dia de uma comunidade rural são incorporados à dramaturgia, como as sacas de palha que viram base para saltos. Num dos momentos mais impactantes, o grupo monta uma enorme estrutura de bambu, com 7,5 metros de altura, que remete à tenda do circo e é usada para as acrobacias aéreas.

O encontro entre esses dois mundos, dos artistas e dos camponeses, carrega uma mensagem humanista, segundo Leandro Mendoza Artagaveitia, diretor do espetáculo. “A partir da natureza, pessoas unidas conseguem construir algo aproveitando a sorte e a casualidade.”

A música ao vivo, com voz, violão, percussão e marimba, dá o ritmo da encenação.

Direção e dramaturgia: Leandro Mendoza Artagaveitia

Elenco: Priscila Aguilera Jurado, Jorge Luis Hidalgo Gavilanes, Alexander Gómez García, Mario Alberto Sanchez Araya, Margarita Mawyin Loriakova, Sofia Barriga Monteverde, Enrique Guillermo Roura Witt, Christian Padilla, Luis Miguel Cajiao, Jordy Burgos, Marcel Ferrer

Produção geral: Teatro Sánchez Aguilar

Produção: Denisse Melgarejo

Produção no Brasil: Marisa Riccitelli

Coprodução: Cíclicus, Cia Nós No Bambu, GREC, Ministério de Educação, Cultura e Esporte da Espanha

GUADUAL

21/06 • 20h

22/06 • 20h

23/06 • 18h

Sesc Guarulhos, Teatro

Duração 90 min.

Recomendação etária: 10 anos

Ingressos:
Inteira R$ 40,00
Meia R$ 20,00
Credencial plena R$ 12,00

  • NOITE: FILM NOIR CABARET

TrixMix Cabaré

São Paulo (SP) / Rio de Janeiro (RJ)

Dias 21, 22 e 23 de junho

A história de Jack Malone, um escritor frustrado que mora em cima de um cabaré e busca inspiração para sua próxima obra, é o mote do espetáculo. De seu apartamento decadente e cheio de baratas, Malone vê os mais diversos tipos urbanos surgirem e apresentarem números circenses – alguns deles de um equilíbrio delicado, como quando um operário da construção civil se apoia com as duas mãos sobre dois mastros.

Além de equilibrismo, Noite contém várias técnicas e aparelhos de circo, como malabarismo, acrobacia e pole dance aéreo. A trilha sonora é original e executada ao vivo, com projeções multimídia. A ambientação é sombria, para recriar a atmosfera do cinema noir, que fez sucesso nas décadas de 1940 e 1950 nos Estados Unidos.

Criado em Londres, em 2005, e depois estabelecido em São Paulo, o TrixMix Cabaret já produziu mais de 80 espetáculos e se apresentou em eventos como os Jogos Olímpicos Asiáticos (Doha, 2006), o festival Australian Now e edições anteriores do Circos – Festival Internacional Sesc de Circo.

Direção e dramaturgia: Mark Bromilow

Elenco: Natália Presser, Bel Mucci, Helder Vilela, Paulo Maeda, Giu Fortes, Fabek Capreri, Carlos França, Mariana Duarte, Paula Miessa, Luisa Sabino, César Rossi, Jorge Ribero, Mário Kamia

Produção: Trix Mix Produções

NOITE: FILM NOIR CABARET

21/06 • 21h

22/06 • 21h

23/06 • 19h

Sesc Belenzinho, Teatro

Duração 75 min.

Recomendação etária: 16 anos

Ingressos:
Inteira R$ 40
Meia R$ 20
Credencial plena R$ 12

 
  • O VAZIO É CHEIO DE COISA

Cia Nós No Bambu – Brasília (DF)

ESTREIA EM SÃO PAULO

Poema Mühlenberg usa o bambu como instrumento acrobático em seu primeiro espetáculo solo, inspirado no conceito budista da impermanência e da imperfeição

Imagens em vídeo em:

https://vimeo.com/329254863, https://vimeo.com/329254030, https://vimeo.com/327453094

Dias 22 e 23 de junho

Em O Vazio É Cheio de Coisa, Poema Mühlemberg expõe uma relação íntima e visceral entre seu corpo e um único e inédito instrumento acrobático criado pela própria artista: um mastro pendular feito de bambu chamado Maestrim.

Poema investiga o uso do material em performances há 15 anos. Para seu primeiro espetáculo solo, procurava um aparelho que fosse funcional e obedecesse às medidas permitidas para o transporte aéreo. Também formada em Desenho Industrial, resolveu unir os conhecimentos: “Elaborei o design, escolhi, colhi, tratei e construí, com um bambu que cresceu no meu próprio quintal”, conta.

Aqui, o vegetal oco por dentro, rígido por fora e super flexível, oferece infinitas possibilidades de ganchos, alavancas e torções – condições ideais para que os elementos de dança aérea e contemporânea sejam executados.

A narrativa, minimalista, também é centrada no elemento-base. O Vazio É Cheio de Coisa tem influência do Wabi sabi, conceito que a artista tomou contato quando esteve no Japão para conhecer a cultura do bambu no Oriente. “Fala da beleza daquilo que é imperfeito, impermanente, incompleto. Acredito que quanto mais me esvazio, mais fico aberta para a inspiração, para estar presente no momento cênico”, reflete.

Direção: Edson Beserra

Intérprete criadora: Poema Mühlenberg 

Produção: Galpão Bambu

O VAZIO É CHEIO E COISA

22/06 – 18h

23/06 – 18h

Duração: 50 min.

Recomendação etária: 14 anos

Sesc Consolação, Teatro Anchieta

Ingressos:
Inteira R$ 30
Meia R$ 15
Credencial plena R$ 9

  • SOBRE TOMATES, TAMANCOS E TESOURAS

Mafalda Mafalda

São Paulo (SP)

Vídeos em: 

Dias 22 e 23 de junho

O monólogo tragicômico conta a história de Mafalda Mafalda, uma artista de cabaré que enfrenta o fracasso e a rejeição de seu público, com direito a vaias e tomates. Como se não bastasse, acaba envolvida em uma trama policial. Para se defender das acusações do inspetor de polícia, decide contar à plateia sua versão dos fatos.

Por meio de flashbacks, a intérprete, na pele tanto de Mafalda Mafalda quanto de seu algoz, vai aos poucos revelando os detalhes de uma história repleta de humor macabro. Ambientado em um bar e em uma delegacia, o espetáculo recria o clima sombrio de suspense e mistério dos filmes noir.

“É um espetáculo de palhaçaria feminina que traz outro olhar sobre temas considerados a princípio masculinos. O diálogo com o público resulta em reflexões sobre a mulher, o riso e o limite entre ficção e realidade”, explica a artista Andréa Macera, que é também idealizadora e curadora do Encontro Internacional de Mulheres Palhaças.

Direção: Rhena de Faria

Roteiro e concepção: Andréa Macera e Rhena de Faria

Atuação / palhaça: Andréa Macera

Produção: Teatro da Mafalda

Produção executiva: Palloma Fernandes

SOBRE TOMATES, TAMANCOS E TESOURAS

22/06 • 21h

23/06 • 19h

Sesc Ipiranga, Teatro

Duração 60 min.

Recomendação etária: 14 anos

Ingressos:
Inteira R$ 30
Meia R$ 15
Credencial plena R$ 9

 
  • INVERSUS

Companhia Éos

Sorocaba (SP)

Vídeos em:

https://www.youtube.com/watch?v=6WdcyVyhirU
https://www.youtube.com/watch?v=9TGJrtDQVco

Dias 22 e 23 de junho

Movimentos precisos, que exigem força na execução e leveza na imagem, marcam Inversus, que tem como pano de fundo os limites entre loucura e sanidade, certo e errado. O espetáculo mescla circo e dança contemporânea e tem duas artistas mulheres como protagonistas. “Inversus reflete sobre um assunto pertinente e muito discutido na atualidade, que é o empoderamento feminino”, diz Andressa Moreira, produtora geral do espetáculo.

As duas artistas se apoiam mutuamente para executar a performance, o que potencializa ainda mais a força de cada uma. O ponto forte são as acrobacias aéreas. Numa delas, Fernanda Arruda e Daiane Aguilera giram juntas no trapézio, em sincronia perfeita. Em outra passagem, há coreografias espelhadas, em que uma artista faz o mesmo movimento na frente da outra, quase como se fossem duas facetas de uma mesma mulher.

Direção: Bruno Rudolf e Ricardo Rodrigues (Cia Solas de Vento)

Elenco: Fernanda Arruda e Daiane Aguilera

Produção geral: Andressa Moreira

Produção executiva: Bel Toledo

INVERSUS

22/06 • 19h

23/06 • 17h

Sesc Belenzinho, Sala de Espetáculos II

Duração 50 min.

Recomendação etária: 10 anos

Ingressos:
Inteira R$ 30,00
Meia R$ 15,00
Credencial plena R$ 9,00

INTERVENÇÕES GRATUITAS
 
  • OS PÁSSAROS DO LIDO

Le Lido

Rio de Janeiro / Espanha / Rússia / Portugal / Argentina / México / Chile / França

Dias 14, 15 e 16 de junho

Grupo reúne 15 artistas de oito países, cujo trabalho aborda questões contemporâneas urgentes, a partir dos movimentos circenses

“Nos servimos de nossa pluralidade cultural para falar sobre as relações sociopolíticas atuais no mundo, seus avanços e retrocessos, e a coletividade dentro de uma sociedade cada vez mais individualista”, diz Rodrigo Ceribelli, um dos dois integrantes brasileiros da companhia.

A encenação é feita por meio de situações que mesclam momentos de tensão e humor. São usadas técnicas da dança contemporânea, acrobacias aéreas e malabarismo, com destaque para os números com claves – peças em formato de pera alongada que os malabaristas jogam para o alto.

O grupo é formado por alunos da escola de circo francesa Le Lido, sediada em Toulouse, na França.

Direção: Sylvain Cousin

Elenco: Rodrigo Ceribelli, Cássia Cristina, Maria Pinho, Nayeli Gonzalez, Joaquin Carmona, Pia Oliva, Maria Petukhova, Antonio Milheiriço, Eyal Bor, Sergio Capusotto, Clement Broucke, Gentiane Garin, Belen Celedón Moraga, Devin Tucker, Daniel Tamariz-Martel

Produção no Brasil: Osmose Produções

OS PÁSSAROS DO LIDO

14/06 • 14h Sesc Campo Limpo

15/06 • 14h Sesc Itaquera

15/06 • 17h Sesc Guarulhos

16/06 • 16h Sesc Avenida Paulista

Duração 30 min.

Recomendação etária: Livre

Ingressos: Grátis

  • SOMOS EU

Grupo Somos Eu

Rio de Janeiro (RJ)

Vídeo em: https://youtu.be/aRxNBJ5Mmfg

Dias 14, 15 e 16 de junho

O corpo é o veículo da criação da dupla de artistas dessa intervenção, que mostra como a compatibilidade de pensamentos e valores entre pessoas pode ser traduzida em movimento. “Pelos nossos corpos, expressamos nossas emoções. O contato surge da sintonia de amizade, cumplicidade e companheirismo, de olhar dentro do outro e enxergar o seu próprio eu”, afirma a intérprete Luísa Rodrigues.

A música instrumental, com marcações precisas e momentos de suspense, dá o tom do encontro entre os intérpretes. Tudo começa pela base, no contato das peles com o solo. Depois, manifesta-se no embate entre os corpos, lançados um contra o outro. A dramaturgia reforça a capacidade de entrega e confiança, além da elasticidade e do vigor dos artistas. A montagem segue, então, para movimentações dinâmicas, que mesclam acrobacia, contorcionismo e dança.

Formados pela Escola Nacional de Circo do Brasil, com experiência anterior em dança, os dois artistas apostam na união dessas duas linguagens artísticas.

Criação e coreografia: Thalita Nakadomari

Elenco: Luísa Rodrigues e Vinícius Marques

Música: Sand (Nathan Lanier)

Produção local: Camila Scatena – .equi|ibre.

SOMOS EU

14/06 • 16h Sesc Ipiranga

15/06 • 15h30 Sesc Parque Dom Pedro II

15/06 • 19h30 Sesc Belenzinho

16/06 • 12h e 14h Sesc Avenida Paulista

16/06 • 15h40 Sesc Bom Retiro

Duração 7 min.

Recomendação etária: Livre

Ingressos: Grátis

  • PROBABILIDADES

Coletivo Lateral

São Paulo (SP)

Dias 14, 15, 16 e 17 de junho

Risco físico, incerteza sobre o resultado, expectativas em torno da apresentação. Probabilidades é uma investigação dessas questões, que fazem parte da natureza do circo. Em duplas ou em quarteto, os artistas formam pirâmides e gangorras humanas, entre outros números. Um corpo se apoia no outro e depois na barra, que serve de base para rolamentos, cambalhotas e saltos a metros do chão.

“Costumamos nos apresentar em espaços públicos e queremos mostrar que não é preciso muito para se fazer coisas extraordinárias. Com uma estrutura enxuta, uma barra e nossos corpos, construímos imagens e movimentos que sempre quebram barreiras”, afirma Debora Ishikawa, artista e produtora do coletivo.

O Coletivo Lateral surgiu da união dos artistas da Companhia Gravitá e do Grupo Eleve Circo e Arte, com o intuito de levar às ruas apresentações circenses que dialoguem com o cotidiano.

Direção e concepção: Coletivo Lateral

Elenco: Alessandro Coelho, Bruna Genovez, Daniel Maciel e Débora Ishikawa

Produção: Débora Ishikawa

PROBABILIDADES

14/06 • 14h30 Sesc Itaquera

14/06 • 18h30 Sesc Guarulhos

15/06 • 14h Sesc Pinheiros

15/06 • 17h Sesc Bom Retiro

16/06 • 12h Sesc Ipiranga

17/06 • 13h30 Sesc Carmo, Praça Poupatempo

Duração 30 min.

Recomendação etária: Livre

Grátis

 
  • CORTEJO DAS MARTAS

Cia Las Martas

Argentina / Brasil/ Chile

Dias 18, 19, 20,21 e 22 de junho

A Cia Las Martas é formada por seis artistas que apresentam números de equilíbrio, malabarismo e dança, enquanto tocam uma trilha sonora composta por ritmos como salsa, cumbia e forró. Elas se revezam entre saxofone, trompete, pratos, bumbo, clarinete e outros instrumentos. Além disso tudo, fazem seus improvisos cômicos, os chamados gags, ou cacos.

Nesse cortejo itinerante, o objetivo da companhia é provocar uma reflexão sobre o papel das mulheres na sociedade contemporânea, abordando as relações entre elas e o mundo, os vínculos que encorajam essas mulheres e promovem acolhimento.

Fundada em 2014, a Cia. Las Martas reúne artistas sul-americanas que fazem performances de rua. Segundo o grupo, a “Marta” representada no espetáculo e no nome da companhia sintetiza muitas mulheres e suas diversas habilidades.

Direção geral e concepção: Cia. Las Martas

Elenco: Rocio Romero, Consuello Fernández, Sara Peper, Painé Santamaría e Josefina Siro

Produção: Felipe Junqueira

CORTEJO DAS MARTAS

18/06 • 19h30 Sesc Pinheiros

19/06 • 20h Sesc Ipiranga

20/06 • 14h Sesc Itaquera

20/06 • 17h30 Sesc Guarulhos

21/06 • 20h Sesc Vila Mariana

22/06 • 17h Sesc Consolação

22/06 • 20h Sesc Avenida Paulista

Duração 40 min.

Recomendação etária: Livre

Ingressos: Grátis

  • PARQUE DO CIRCO

Lua Tatit e Gonzalo Caraballo

Brasil, Uruguai

O Parque do Circo é dividido em cinco estações de diversas modalidades, como malabarismo, acrobacia, equilibrismo, trampolim em camas elásticas e jogos coletivos. A ideia é propiciar uma introdução ao fazer circense dirigida a crianças e adultos sem experiência na área. Os brinquedos são de madeira e foram projetados para facilitar o aprendizado e estimular habilidades como coordenação motora, consciência corporal e superação de obstáculos. “A ideia é brincar de circo. Nada é competitivo. O que queremos propor é o ato de fazermos algo juntos”, diz Gonzalo Caraballo, que conduz a intervenção com Lua Tatit. Especializado em palhaçaria, malabarismo e acrobacias, Gonzalo Caraballo é uruguaio e mora no Brasil. Graduado pelo Circo Escola Picadeiro, fundou a Cia Circo Delírio em 2003, junto ao argentino Esteban Hetsch. Criou o Parque do Circo em 2013. Lua Tatit é dançarina, coreógrafa e terapeuta corporal, formada em comunicações das artes do corpo pela PUC-SP, com especialização em corpo: dança, teatro e perfomance pela ESCH (Escola Superior de Artes Célia Helena).

Idealização e coordenação geral: Gonzalo Caraballo e Lua Tatit

Produção no Brasil: Palco de Papel/Lu Gualda

PARQUE DO CIRCO

19.06 • 19h30 – Sesc Pinheiros

20.06 (feriado) • 14h – Sesc Ipiranga

21.06 • 14h Sesc Itaquera

22.06 • 14h – Sesc Campo Limpo

23.06 • 13h  – Sesc Parque Dom Pedro II

23.06 • 16h- Sesc Guarulhos

Grátis

Duração 30 min

Recomendação etária: Livre

  • ENXAME

Circo Enxame

São Paulo (SP)

Modo de vida das abelhas é usado de forma alegórica para tratar de temas como sustentabilidade e individualidade

Vídeo em: https://youtu.be/Zg5OBMKqT1k 

Dias 19, 20, 21, 22 e 23 de junho

Quatro indivíduos, à espera de que algo aconteça, são levados a subverter a ordem das coisas e dos objetos cotidianos em um fluxo de acontecimentos nada rotineiros.

Utilizando alegoricamente o modo de vida das abelhas e a figura do apicultor, o trabalho busca discutir temas sensíveis ao homem contemporâneo, como a questão da individualidade versus coletividade, a partir da compreensão da forma como outros coletivos vivos se organizam. “De modo lúdico, tocamos em temas sensíveis à nossa sociedade como preservação ambiental, robotização do ser humano, supressão das diferenças entre indivíduos e desenvolvimento (in)sustentável”, diz o artista Jean Leca.

Esses temas são explorados pela trupe em cenas que utilizam diferentes técnicas circenses como dândi acrobático, corda-bamba, malabarismo, parada de mão, equilíbrios, acrobacias de solo e palhaçaria.

Criado em 2015, o Circo Enxame é um coletivo de artistas que cursaram escolas de circo no Brasil e no exterior, e que hoje tem foco na criação, na pesquisa de linguagens e no trabalho autoral.

Concepção e criação coletiva: Circo Enxame

Olhar cênico: Diogo Granato

Elenco: Giulia Tateishi (stand in Karen Nashiro), Jan Leca, Renato Mescoki e Veronica Piccini

Trilha sonora e direção musical: Rubens de Oliveira

Produção: Fernanda Vilela e Camila Scatena – .equi|ibre.

ENXAME

19/06 • 19h30 Sesc Pinheiros

20/06 • 14h Sesc Ipiranga

21/06 • 14h Sesc Itaquera

22/06 • 14h Sesc Campo Limpo

23/06 • 13h Sesc Parque Dom Pedro II

23/06 • 16h Sesc Guarulhos

Duração 30 min.

Recomendação etária: Livre

Ingressos: Grátis

  • AFRICAN SHOW

Sarakasi Warrior Acrobats

Quênia

INÉDITO NAS AMÉRICAS

Dias: 20, 21, 22 e 23 de junho de 2019


Essa intervenção realizada por cinco acrobatas do Quênia celebra a cultura africana. A referência ao país de origem dos artistas aparece na maneira como executam os movimentos, explica Marion Op het Veld, diretora geral da companhia. “O estilo das acrobacias é tipicamente queniano: fazem os saltos e as pirâmides humanas sempre num ritmo muito rápido”, diz. A diretora destaca, no entanto, que o trabalho traz também elementos do continente africano como um todo.

Um dos destaques é o limbo, em que uma pessoa deve passar embaixo de um bastão sem tocá-lo enquanto dança. Números de pirofagia e acrobacias aéreas com argolas completam a performance, cuja trilha traz a sonoridade da rumba congolesa, também conhecida como lingala, alusão ao nome de um idioma banto falado no noroeste do Congo.

O Sarakasi Warrior Acrobats faz parte da Sarakasi Trust, companhia criada há 18 anos em Nairóbi, capital do Quênia.

Direção, figurino e trilha sonora: Sarakasi Trust

Elenco: Majaliwa Chivatsi, Ramadhan Matano, Awadh Abdalla Ali, Peter Lewa, Amadi Ali

Produção no Brasil: Lu Gualda – Palco de Papel

AFRICAN SHOW

Duração 20 min.

Recomendação etária: Livre

Ingressos: Grátis

20/06 • 12h Sesc Guarulhos

21/06 • 20h Sesc Ipiranga

22/06 • 12h Sesc Itaquera

22/06 • 16h Sesc Parque Dom Pedro II

23/06 • 14h e 16h Sesc Avenida Paulista

 
Circos - Festival Internacional Sesc de Circo
Imprensa Circos - Festival Internacional Sesc de Circo
De 13 a 23 de junho
 
Sesc Avenida Paulista  l Av. Paulista, 119 l Tel. (11) 3170 0800 

Sesc Belenzinho  l R. Padre Adelino, 1000  l Tel. (11) 2076 9700

Sesc Bom Retiro l Al. Nothmann, 185  l Tel. (11) 3332 3600

Sesc Campo Limpo l R. Nossa Senhora do Bom Conselho, 120  l Tel. (11) 5510 2700

Sesc Carmo  l R. do Carmo, 147 l Tel. (11) 3111 7000

Centro de Pesquisa e Formação l R. Dr. Plínio Barreto, 285, 4º andar l Tel. (11) 3254 5600

CineSesc l R. Augusta, 2075 l Tel. (11) 3087 0500

Sesc Consolação l R. Doutor Vila Nova, 245 l Tel. (11) 3234 3000

Sesc Guarulhos  l R. Guilherme Lino dos Santos, 1200 l Tel. (11) 2475-5550

Sesc Ipiranga  l R. Bom Pastor, 822 l Tel. (11) 3340 2000

Sesc Itaquera l Av. Fernando do E. S. Alves de Mattos, 1000 l Tel. (11) 2523 9200

Sesc Parque Dom Pedro II l Praça São Vito, s/n l Tel. (11) 3111 7400

Sesc Pinheiros  l R. Paes Leme, 195 lTel. (11) 3095 9400

Sesc Vila Mariana l R. Pelotas, 141 l Tel. (11) 5080 3000