Grupo apresenta peça baseada no fólclore bumba-meu-boi

O Teatro VI compartilha seu processo de trabalho vivenciado de 2015 a 2016 no curso de teatro da Escola Viva de Artes Cênicas no mês de outubro e novembro. A Peça Aboio baseia-se na lenda do folclores brasileiro boi-bumbá. O nascimento dos animais, o batismo, a morte e a ressurreição são realizados de forma poética.

Serviço

  • Teatro Padre Bento
  • Outubro 21, 22, 28 e 29
  • Novembro 5, 6, 12,13, 19, 20, 26, e 27
  • Sábados às 20h e domingos às 19h

Em caso de chuva a apresentação será cancelada.

Ficha Técnica

  • Direção e encenação: Eduardo César
  • Dramaturgia: Eduardo César, Wellington Campos e Turma VI
  • Textos: Totonha, de Marcelino Freire; Ornitorrinco e Porém, de Sergio Vaz; Já deu, de As Despejadas; Triste, louca ou má, de Francisco, El Hombre; Catirina, de Papete; O touro e o homem, Câmara Cascudo; Governados pelos mortos e A filha da solidão, Mia Couto; Virgem, de Luiza Romão; Se, de Haroldo de Campos; Da primeira vez em que me assassinaram, de Mário Quintana; Os filhos da Dita, de Grupo Arlequins de Teatro.
  • Elenco: Bruno Felix, Cris Mota, Diego Pinheiro, Matheus Bortolatto, Matheus Scheneider, Mayane Andrade, Mel Farago, Thiago Silva e Vitor Silva.
  • Preparação danças brasileiras: Wellington Campos
  • Aboios e Viola: Mário Cabral
  • Provocação práxica: Lúcia Kakazu, Rodrigo Morais Leite, Fernanda Carvalho, Fernanda Perniciotti
  • Fotografia: Marcos Campos e Turma VI
  • Arte Gráfica: Aldrey Tarrataca
  • Iluminação: Fernanda Carvalho e Turma VI
  • Operação de luz: Tirza Araújo
  • Contrarregragem: Letícia Nuvem
  • Coordenação Artístico-Pedagógica: Simone Carleto
  • Equipe artístico-pedagógica da Escola Viva de Artes Cênicas: Ana Lúcia Gouveia, Eduardo César, Estefânia Zonaro, Felipe Cirilo, Fernanda Carvalho, Fernanda Peniciotti, Lúcia Kakazu, Rodrigo Morais Leite, Sandro Coimbra, Simone Carleto e Wellington Campos.