Intercâmbio: um sonho que pode se tornar realidade

Embora o número de pessoas que faz intercâmbio tenha crescido significativamente no Brasil, ainda há quem pense que intercambiar é difícil ou caro. A diretora da Experimento Intercambio Cultural em Guarulhos, Sandra Bensadon, falou à Weekend e mostrou alternativas que derrubam vários mitos, tanto no que diz respeito à renda familiar quanto à idade da pessoa interessada. Planejar com antecedência pode fazer a diferença na decisão de quando viajar. O pagamento pode ser feito geralmente em até 12 vezes.

Programas de férias internacionais: Para alunos de 7 a 17 anos, para os Estados Unidos, Canadá, Austrália, Nova Zelândia e Europa. As matrículas são feitas em julho e agosto, ou em dezembro e janeiro. Em cada acampamento, há um teste para determinar o nível de inglês e encaixar o participante em uma turma compatível. Os estudos são de meio período, no qual o aluno aprende ao ouvir e falar o inglês. Outro período aborda o turismo cultural. Custo a partir de US$ 1.200 (sem aéreo).

High School: Quando famílias viajam um tempo para cursar o Ensino Médio, as opções são programa trimestral, semestral ou anual, com período integral. Fora os destinos comuns, a América do Sul ganhou destaque com alunos indo para Argentina e Chile. As escolas americanas são grandes e reúnem alunos por bairros, com disciplinas obrigatórias e outras eletivas diárias. A maioria dos estudantes faz a 2ª série do Ensino Médio ou metade da 2ª série até a metade da 3ª série (agosto a junho). As escolas internacionais aceitam alunos a partir do 2º semestre do 9º ano do EF II. Custo a partir de US$ 9 mil/ano, sem aéreo.

Universidade: Há alunos preparados desde cedo para estudar em faculdades estrangeiras, mas muitos planejam no final do Ensino Médio. A dica de Sandra é que existem cursos preparatórios chamados Pathway, que desenvolvem as habilidades do aluno no idioma. Começa com o teste de inglês com um consultor brasileiro e um advisor que orienta seu study plain e a escolher uma universidade que ofereça bolsas de estudos.

Imersão: Hoje é imprescindível ter fluência em inglês e espanhol, os mais exigidos no mercado de trabalho, seguidos de francês, italiano, alemão e mandarim. Neste caso, alunos evoluem rapidamente, uma semana de imersão (30 horas) equivale a um módulo no Brasil, sem contar a mistura de alunos de várias origens. Na chegada, um teste direciona para uma turma compatível. Há grupos com pessoas de mais de 30 anos e de mais de 50 e cursos a partir de 2 semanas, mas os mais vendidos são de 4 semanas, com carga de 30 horas semanais, em casas de famílias, o que reduz o custo, oferece adicional de refeições diárias e convívio cultural.

Estudo e trabalho: para quem fica cerca de 20 semanas, alguns países permitem que a carga horária de estudo seja autorizada para trabalho. Assim, o aluno aplica o que sabe durante o curso e terá uma receita que o ajuda nas despesas da viagem. Existem cursos de idiomas, mas os diferenciados são de formação profissional; alguns na área de serviços exigem idioma básico e agregam muito com um certificado de hospitalidade, atendimento ao cliente e áreas correlatas. Especializações, pós-graduação e mestrados também têm crescido e há opção para família toda viajar.

Lugares diferenciados: Estudar inglês em Malta, fazer voluntariado na África do Sul, estudar e trabalhar nos Emirados Árabes. Cursos na Itália, França, Espanha e Chile permitem combinar o idioma com cursos profissionalizantes ou de extensão. Famílias com filhos adolescentes podem conciliar períodos de férias com e organizar assim: cada um faz um curso de manhã e depois ficam livres para o turismo em família, aproveitando o melhor de cada viagem.

Prazos e vistos: A Experimento tem mais de 50 anos de experiência e mais de 60 unidades no país. A unidade Guarulhos tem consultores especializados em identificar o perfil do interessado e mapear os programas mais alinhados e as oportunidades de promoções e bolsas, além de orientar quanto às particularidades de cada país quanto a prazos e vistos. Atende de 2ª a 6ª, das 9h às 19h, e aos sábados, das 9h às 12h. O horário pode ser agendado, basta ligar antes.

Au Pair: brasileiras, de 18 a 26 anos, com cerca de 200 horas trabalhadas com crianças, que queiram ir aos Estados Unidos, trabalhar com uma família americana e estudar na área desejada. Trabalho bem remunerado com crianças e ter fluência no idioma são os principais motivos da grande procura. Muitas executivas começaram suas carreiras desta forma, que pode ser um grande diferencial na carreira.

Responda estas perguntas e envie para o e-mail: guarulhos@experimento.com.br

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