Laudo aponta que achocolatado ingerido por criança que morreu foi envenenado

Rhayron Christian, de 2 anos, morreu na última quinta-feira, 25, cerca de uma hora após ter ingerido o achocolatado Itambezinho, da marca Itambé. A mãe da criança, Dani Cristina dos Santos, registrou um boletim de ocorrência para investigação, que resultou no recolhimento e proibição da venda do achocolatado em todo o território nacional pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O caso aconteceu na cidade de Cuiabá, no estado de Mato Grosso.

Contudo, um laudo divulgado pela Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp), nesta quinta-feira, 1, apontou que o menino foi vítima de envenenamento, e ainda segundo a polícia, foi injetado por Adônis José Negri, 61 anos, como forma de tentar se vingar de Deul de Rezende Soares, de 27 anos, que é suspeito de furtar comércios e casas na região do Bairro Parque Cuiabá, na capital.

Depois da divulgação do laudo, a Anvisa informou ao portal G1 que a suspensão cautelar continua, pois, segundo a agência, o lote do achocolatado não pode ser comercializado até que exames laboratoriais feitos pelo órgão comprovem que não há contaminação química no restante dos produtos do mesmo lote do achocolatado consumido pela criança.