Por Cris Marques
Imagens: divulgação

Recém-lançada nos cinemas, a animação “Procurando Dory” deve repetir o imenso sucesso de seu antecessor, “Procurando Nemo”, de 2003, o que já assusta algumas organizações de proteção animal. Isso porque, mesmo com a mensagem do primeiro filme sobre a infeliz vida em um aquário caseiro, a venda de peixes-palhaço subiu 40% na época. Porém, diferente do pequeno peixinho laranja, o cirurgião-patela ou tang azul, a espécie de Dory, não é capaz de se reproduzir em cativeiro, o que significa que 100% dos exemplares que estão à venda foram retirados da natureza. É o que alerta a ONG Finding Nemo Conservation Fund.

Não procure uma Dory | Click GuarulhosQuer encontrar uma Dory sem que isso a coloque em risco ou financie esse triste e, muitas vezes, ilegal comércio? Além de curtir a história nos cinemas, é possível conhecê-la aqui pertinho no Aquário de São Paulo (rua Huet Bacelar, 407, Ipiranga – São Paulo/SP / www.aquariodesp.com.br), um espaço considerado referência no tratamento e exposição de animais aquáticos.