Uma greve quase sempre é um problema para a população. Quando afeta o transporte público, a situação torna-se desesperadora. Então, como proceder em caso de paralisação dos coletivos da cidade?

EMPREGADOR

Deve usar de bom senso, apesar do empregador não ser obrigado a abonar faltas. Cabe a empresa estabelecer um regulamento interno que especifique quais os procedimentos o empregado deve adotar ao se ver impossibilitado de chegar no horário do trabalho por falta de transporte coletivo. É recomendável que se considere possibilidades de atraso, uma vez que o fluxo do trânsito ou a superlotação será alterada.

A empresa não é obrigada a pagar o meio alternativo escolhido pelo funcionário, fica ao critério de escolha da instituição de fazer ou não.

EMPREGADO

O fato de não haver transporte coletivo para o empregado se deslocar não o isenta de sofrer prejuízos salariais em caso de atraso ou de falta. O uso de transporte alternativo é recomendado, como caronas, táxis ou outras linhas de transportes.