Nesta segunda-feira, 14, o Governo Federal anunciou o corte no orçamento da União para o exercício do ano de 2016 e, segundo os Ministros de Estado da Fazenda e do Planejamento, Joaquim Levy e Nelson Barbosa, haverá a suspensão dos concursos a serem abertos até agosto de 2016.

E agora?

Calma! Primeiramente, as medidas precisam ser aprovadas pelo Congresso. E se formos levar em consideração a atual situação dos servidores, em todo o Brasil, há uma esperança.

Junto com a notícia dos concursos, veio também o corte do abono permanência, que paga para o servidor em condição de requerer a aposentadoria continue trabalhando. Ou seja, muitas vagas ficarão livres. Não é só isso. Todo o ano, existe aposentadorias, óbitos e exonerações, o que diminui mais ainda o quadro do governo – que não pode contratar sem concurso.

Empresas estatais e sociedades de economia mista (Banco do Brasil, Correios, Caixa) continuarão a ter concursos, o que vale é somente para concursos do executivo federal que dependem da verba da União. Estados e Municípios também poderão continuar a terem concursos, pois seu orçamento é independente.

Os concursos que já foram autorizados em 2015 não são afetados pela medida. Dessa forma, as seleções do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), da Fundação Nacional do Índio (Funai), entre outros que já tiveram suas autorizações publicadas, devem acontecer dentro do prazo esperado.

Portanto, os concurseiros de plantão devem continuar a rotina de estudos, aguardando a tão sonhada oportunidade de conquistar a promissora carreira pública.

Jônatas Ferreira