Perdeu ou achou um cachorro ou gato? Veja o que e como fazer usando as redes sociais

Esta oportuna e importante pauta foi-nos sugerida pela leitora/internauta Ligia Sesso Cavalini, a Lisca scl, como é mais conhecida nas redes sociais. É sobre animais perdidos e achados. Aliás, sobre amor e cuidado para com os animais, de um modo geral.

Lisca participa de grupos no Facebook que congregam pessoas empenhadas em ajudar no que podem os animaizinhos para que sejam bem tratados e cuidados, com o devido respeito e com o carinho que merecem. Todas têm em comum o amor pelos bichinhos e interagem para repercutir na rede social ações para divulgar e/ou localiza animais perdidos e/ou achados e também para denunciar e/ou resgatar pets vítimas de maus tratos. Outros grupos compartilham informações sobre serviços de castração gratuita, hospitais veterinários públicos e adoção e doação responsáveis.

Muitos dos que têm animal em casa desconhecem esses grupos de abnegados nas redes sociais e quando, infelizmente, deparam-se com a triste situação de seu bichinho perdido, ou que tenha “fugido”, não sabem o que fazer, ou a quem recorrer, para procurar e tentar encontrar seu (ou sua) “companheiro(a)” de estimação. Não raro a pessoa, sem saber por onde ou como começar a procura, acaba por desistir da busca, o que cria um novo e sério problema, até de alcance social: o aumento de animais abandonados nas ruas, sem donos ou, melhor, apartados de seus donos.

Por essas e outras razões o assunto merece atenção, porque impacta diretamente na emoção e nos sentimentos das pessoas que criam vínculos afetivos com seus animais e também porque  afeta diretamente toda a cidade e sua população.

Um animalzinho solto nas ruas, sem eira, nem beira, pode contrair ou propagar doenças, arriscar-se a acidentes com automóveis, aumentar a sujeira nas vias públicas, além do já citado aumento da população animais, que pode ser potencializado devido à falta de castração. Há outras preocupações: animais na rua são mais sujeitos a maus tratos e crueldades, além de sofrerem com frio, fome, sede… Em geral são cães e gatos, os mais comuns, mas eventualmente outras espécies também,

Ainda bem que existem pessoas com valores muitas vezes ausentes nos dias de hoje: doação, amor, caridade, solidariedade. São pessoas comuns, pessoas do bem, que apenas querem doar parte de suas vidas em prol das criaturinhas que também merecem atenção e cuidado. Pessoas que se doam com altruísmo, sem nada esperar em troca.

Organizadas em (vários) grupos, comunicam-se e interagem para aumentar as chances e possibilidades de reencontrar um cãozinho ou um gatinho perdido, localizar o(a) dono(a) de um animal encontrado, denunciar um pet vítima de maus tratos ou crueldade, socorrer algum ferido ou vítima de acidente  ou mesmo encontrar um novo lar para um bichinho abandonado.

O que fazer se (e quando) perder seu cachorrinho ou gatinho? Ou quando encontrar um animalzinho perdido nas ruas? Ou, ainda, deparar-se com um bichinho machucado, em sofrimento na via pública?

Saiba que existe uma “legião” de “anjos da guarda” que muito rapidamente estabelecerão uma rede grandiosa de contatos e alertas para acionar o maior número de pessoas para encontrar a melhor solução em cada caso. Na maioria das vezes esses “anjos” logram êxito e as histórias acabam por ter algum final feliz, para as pessoas e para eles, os bichinhos, que reencontram seus donos ou são adotados, por exemplo. E aqueles “anjos”, o que ganham? Ganham a felicidade por fazer o bem, a satisfação do dever cumprido e o prazer de ver ou fazer alguém feliz!

As redes sociais facilitam e potencializam esses contatos. Apenas no Facebook existem vários grupos e/ou páginas onde as pessoas divulgam animais perdidos ou achados, além de outras ações relacionadas aos pets. Seu bichinho “fugiu”, escapou e não voltou ou perdeu-se sem você perceber? Encontrou um animal que tem todas as características de estar perdido? Soube de um caso de maus-tratos? Conhece algum cãozinho ou gatinho à procura de um novo “lar”? Procure um desses grupos.

E, acredite, a quantidade de pessoas que participam desses grupos chega a centenas de milhares, se contarmos apenas o estado de São Paulo. Os membros de um grupo costumam comunicar-se com outros grupos iguais, ou mesmo participam de vários ao mesmo tempo para compartilhamento de fotos, troca de informações, e difusão rápida de notícias, sempre com a eficácia e a rapidez que a tecnologia da comunicação em rede proporciona.

São pessoas comuns, estudantes, donas de casa, profissionais de todas as áreas, jovens ou mais maduros, que podem pertencer a ONGs formalmente estabelecidas ou apenas serem voluntários anônimos, mas geralmente sem ajuda direta de órgãos públicos,. Alguns grupos são formados por localidade (cidades, bairros ou regiões), outros por serviços específicos (apenas animais perdidos ou animais achados; somente para adoção ou para doação, etc.) ou, ainda, por campanhas ou projetos (castração, doação, “asilos”, proteção, etc.). Um imenso universo de buscas, compartilhamentos e intercâmbios através das infinitas conexões da rede mundial e dos aplicativos de comunicação. Divulgam hospitais veterinários públicos ou profissionais que prestam serviços gratuitos, mas, infelizmente, ainda precisam denunciar e repercutir denúncias de maus tratos, crueldades ou abandonos, muitas vezes até com a necessária intervenção policial. Mas, esses grupos também se empenham em aproximar pessoas que queiram ajudar ou dar um lar temporário ou adotar um animal.

A Lisca, que nos sugeriu essa matéria e encaminhou-nos informações sobre o tema, é uma dessas pessoas: “Quem tem animal de estimação sabe como fica nosso coração quando vemos um cachorro ou gato. Eu mesmo não faço resgates , não tenho ONG , mas procuro ajudar com divulgação dos que encontro nas ruas, compartilhando e procurando por toda a internet toda. Também ajudo com doação de ração ou da melhor forma que me for possível. Conheço algumas protetoras, donas de abrigo, veterinária, pessoas que ajudam alguns abrigos. Atualmente, tenho dois cachorros e uma gatinha, mas, felizmente, nunca tive um bichinho meu perdido. Mas, eu sei como é e como deve doer, por isso, eu ajudo”. Para quem quiser encontrar a Lisca no Facebook: www.facebook.com/li.scav.98.

Há muitas maneiras e oportunidades para qualquer um poder ajudar. Basta ter boa vontade e disposição. Não precisa muito: o pouco de tempo doado com carinho verdadeiro já será muito. Veja abaixo algumas indicações de grupos e sites de ajuda aos animais.

#VcRepórter.  Envie também sua sugestão de matéria, reclamações, denúncias ou mande-nos fotos ou vídeos de acontecimentos da cidade: telefone/Whats App: 9.8849-7425; e-mail: contato@clickguarulhos.com.br; no portal: www.clickguarulhos.com.br/vc-reporter/

 

Grupos de ajuda aos animais no Facebook

(Perdidos e achados; adoções, denúncias de maus tratos ou crueldades)

 

 

Sites de interesse

(Defesa e proteção aos animais)

 

Associação de Defesa Animal – Projeto Mi & Au (Guarulhos): http://www.projetomiau.org.br/ong.html

Site Procure1amigo: https://goo.gl/GZqVC5

Site Clube dos Viralatas: https://goo.gl/G1sQnV

Site da UNIÃO INTERNACIONAL PROTETORA DOS ANIMAIS: http://www.uipa.org.br/

Site do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal (FNPDA): https://www.forumanimal.org