Primaveras reinaugura Crematório hoje e aposta em acolhimento e humanização

 Cada dia mais crescente no Brasil, o ritual de cremação geralmente é escolhido por pessoas que acreditam no poder de purificação do fogo, além de ser esta uma opção sustentável, a que mais preserva o meio ambiente.

Ao longo dos anos, observando com sensibilidade as questões relacionadas ao luto, o vazio provocado por ele e as urgências exigidas de pessoas naturalmente abaladas pela dor, o Grupo Primaveras estruturou um conceito de atendimento focado totalmente no acolhimento. Em 2004, entregou a Guarulhos um dos crematórios mais modernos do País.

Localizado no bairro do Taboão, no mesmo endereço de um dos dois cemitérios-parque, o Crematório Primaveras dispõe de um mecanismo para ascensão das urnas durante a cerimônia. É isso mesmo! Ao contrário dos demais crematórios que, tanto no Brasil quanto no exterior, o caixão é rebaixado numa simulação de sepultamento, o sistema do Primaveras foi concebido para mudar a percepção visual e confortar as famílias, já que, simbolicamente, remete à ideia de elevação do corpo e espírito.

Reformado este ano para proporcionar maior sensação de aconchego, o espaço tem dois ambientes e, segundo seus dirigentes, dispõe do trabalho de uma equipe de profissionais treinados em atendimento humanizado para acolher às pessoas enlutadas.

Todos que passam pelas despedidas no Primaveras são convidados a participarem de grupos abertos de apoio, orientados por psicólogos. “O que a gente faz em todas as etapas das nossas cerimônias é tentar encaminhar o processo de luto. As pessoas muitas vezes voltam para casa com um vazio que pode ser muito danoso. Num tempo em que o luto virou tabu e até causa constrangimento, o setor funerário tem a responsabilidade de preencher essa lacuna, criando condições para que esse momento seja vivido com tranquilidade e acolhimento”, afirma a CEO do Grupo Primaveras, Gisela Adissi.

Detalhe da ante-sala do crematório com Auditório de Cremação ao fundo, onde a urna sobe ao invés de descer

Cinzas que viram árvores

Muitas pessoas pedem que as cinzas sejam aspergidas no mar. Outras preferem as montanhas. Existem também urnas ecológicas que possibilitam serem replantadas como sementes para se transformarem em árvores. Há também urnas feitas de sal, que podem ser misturadas às águas de rios e do mar, sem poluir.

Guarda de Cinzas em estruturas tubulares

Recentemente o Primaveras criou um espaço inovador, a Praça da Guarda,  com estruturas tubulares afixadas no gramado onde as cinzas podem ser acomodadas. A ideia do espaço surgiu também como resposta à necessidade de familiares. A cremação normalmente é feita atendendo ao pedido do falecido. Entretanto, o destino das cinzas nem sempre é indicado pelo mesmo e muitas vezes a família não se sente preparada para guardar as cinzas em casa ou lhes dar outro destino. Esse ambiente a céu aberto, em meio à natureza peculiar do Primaveras, pode também ser a solução para membros da família que já possui jazigo no Primaveras, mas prefere a cremação.

Columbário

Com jardim vertical e iluminação natural, cada nicho do Columbário pode ser decorado pela família, com objetos pessoais imprimindo a personalidade do ente querido

Além da praça da Guarda de Cinzas, as famílias que precisam de tempo para decidir onde dispor as cinzas podem também guardá-las no Columbário Primaveras. A diferença é que o espaço reserva pequenos nichos, em vidro, e permite a visitação e a contemplação das urnas.

Cinzas transformadas em diamantes

Joia rara: graças à tecnologia, as cinzas de um ente querido podem se transformar num diamante

O Grupo Primaveras é um dos dois representantes no Brasil da empresa suíça Algordanza, que transforma cinzas de humanos em diamantes. O carbono separado nas cinzas é submetido a altos níveis de temperatura e pressão. O resultado é a geração de grafite e, na sequência, do próprio diamante. “Existem empresas que fazem essa transformação com material sintético. Nós optamos pela parceria com a Algordanza, por se tratar de uma empresa séria, que usa a técnica de transformação exclusivamente com cinzas. As cinzas de alguém precioso transformadas em pedra preciosa”, comenta Gisela Adissi.