Roubo de hidrômetros gera desperdício e prejuízo

Uma prática que tem se repetido em Guarulhos, e, provavelmente, em outras cidades, é a de roubo de hidrômetros, o que causa desperdício de água e prejuízo, não diretamente ao usuário individual, mas à população como um todo.

Acredita-se que o interesse seja para vender como sucata, pois os modelos antigos tinham muito ferro em sua composição. Os novos são basicamente de plástico, o que deve coibir o costume, mas Guarulhos tem mais de 400 mil hidrômetros, cuja substituição demanda tempo.

O mesmo endereço, na Vila Progresso, já foi vítima disso mais de uma vez. Na quarta-feira, chegaram a arrancar o hidrômetro. Mas, o aparelho foi deixado caído no chão. Talvez, não o tenham levado por ser de plástico.

A água ficou jorrando por muitas horas. Às 7h30, o Click Guarulhos comunicou a Sabesp, mas a Cia. já havia sido acionada.

Para evitar essa prática, recomenda-se deixar o local onde fica o hidrômetro o mais fechado possível, deixando visível apenas o mostrador do aparelho, para a leitura. Nos imóveis onde o hidrômetro fica lado de dentro, pode-se colocar um tubo no muro para que o leiturista possa fazer seu trabalho sem depender de ser atendido por alguém. Onde o hidrômetro fica do lado de fora, grades só são suficientes se o espaço entre uma e outra barra for bem reduzido. Nesse caso, portas de chapas podem ser a solução, mantendo um visor para que possa ser feita a leitura.

Pede-se a quem verificar algum cavalete com vazamento semelhante ao da foto comunicar à Sabesp: telefones 195 e 0800 055 0195 (ligações gratuitas), ou pela Agência Virtual no site www.sabesp.com.br. Os clientes também podem utilizar o aplicativo da Sabesp para Android e IOS.