Sob a alegação de falta de recursos, o Governo do Estado e a direção da FURP negam-se a reajustar os salários e demais benefícios dos trabalhadores da FURP e das Farmácias Dose Certa. Os trabalhadores manifestam-se contrários a alguns procedimentos adotados pela empresa há algum tempo, como incineração de medicamentos e matéria-prima com data de vencimentos vencidos. Estes produtos são comprados e não utilizados dentro do prazo. De acordo com eles, os gastos são exorbitantes.

Os trabalhadores da FURP seguem mobilizados dentro da empresa e exigem cumprimento do adiantamento da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) assinada em 11 de abril.

Os funcionários também questionam a desativação da câmara fria e da lavanderia.  Locais estruturados dentro da empresa,  mas que estão sem utilização.  A empresa contrata estes serviços e no caso da lavagem e higienização, os trabalhadores apontam um serviço de má qualidade enquanto dispõe de equipe qualificada.

Uma equipe de transporte, sendo que a empresa já possui equipe e frota própria. A diretoria do Sindicato dos Químicos de Guarulhos e Região – Sindiquímicos rechaça o comportamento da direção da FURP e Governo do Estado e irá pedir esclarecimentos quanto às denúncias dos trabalhadores.