A Secretaria de Desenvolvimento Científico, Econômico, Tecnológico e de Inovação (SDCETI) apresentou balanço dos 30 dias de atividades do Via Rápida Empresa (VRE), na manhã desta segunda-feira, 22/05, no Centro Municipal de Educação Adamastor.
Além disto, a gestora do programa na cidade, Monique Freschet, comentou os desafios da administração pública para melhorar o projeto nos próximos dias e tirou dúvidas dos presentes.
Números
Segundo Freschet, o VRE começou a operar na cidade para que a Prefeitura, em uma ação com a Junta Comercial do Estado de São Paulo (Jucesp), pudesse analisar a viabilidade da abertura de uma empresa em até 48 horas. Atualmente, o tempo gasto é de 96 horas (quatro dias) – o dobro da expectativa inicial.
“Tivemos um volume de solicitações maior do que o previsto, mas já estamos trabalhando para reduzir este tempo. Inclusive, contratamos mais pessoas para atuar no programa. Também pretendemos melhorar a comunicação com o empresário por meio do site da Prefeitura e explicar melhor ao empreendedor por que um pedido é negado”, disse Monique.
De acordo com a gestora, desde o dia 4 de abril até a sexta-feira, 19/05, foram feitas 3.540 solicitações de viabilidade, das quais 2.726 foram analisadas. Entre elas, 2.100 foram aprovadas. “Sabemos que temos dificuldades, mas o percentual de erro é pequeno. Se não estivermos dispostos a errar, dificilmente, teremos um grande acerto”, afirmou o secretário da SDCETI, Rodrigo Barros.
José Roberto Vitorelli, diretor de Comércio Exterior da ACE (Associação Comercial e Empresarial) Guarulhos, declarou que o município evolui com o VRE, porém ressaltou que é necessário fazer mais pelo ambiente econômico guarulhense. “Perdemos investidores e empresas para cidades como Barueri e Embu das Artes. Muitas marcas estão de olho em Guarulhos e querem vir para cá, mas precisamos ser atrativos. É hora de nos reunirmos, analisarmos os erros e chegarmos a uma conclusão. Só assim, continuaremos avançando”, pontuou.

