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Associações comerciais de Guarulhos e SP pedem fim de paralisação e reformulação de custos do transporte

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A ACE-Guarulhos e a Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), pedem por meio de seus presidentes, William Paneque e Alencar Burti, respectivamente, cautela durante o momento tenso de continuidade da paralisação de caminhoneiros por todo o País. “Não apoiamos o bloqueio de estradas e quaisquer outras medidas que interrompam o direito de ir e vir das pessoas. Defendemos o direito legítimo de greve, mas sempre dentro dos limites da lei”, declara Burti.

Para Burti, o governo está procurando atender a todas as reivindicações e, por isso, os caminhoneiros precisam encerrar a paralisação. “Prorrogar acarretará em custos ainda maiores a médio prazo”.

Já Paneque defende que a situação expõe a urgência da reformulação dos custos do transporte. “Os impostos praticados no Brasil oneram demasiadamente o empreendedor que quer produzir e fazer a roda da economia girar. É uma matemática simples: quanto maior a carga tributária, mais caro fica qualquer produto para o consumidor. É preciso rever isso com urgência, porque todos perdem, inclusive o governo, pois muitos acabam sonegando impostos”, conclui.

A greve nacional dos caminhoneiros já dura mais de uma semana. E os reflexos da paralisação já são sentidos no comércio guarulhense, tanto para quem compra como para quem vende.

O presidente da Facesp defende que é preciso resolver o problema sem mais aumento de impostos, “já que a carga tributária brasileira alcançou níveis insuportáveis”.

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