Internautas relatam que na avenida Dr. Timóteo Penteado, no trecho entre a confluência com a avenida Esperança e a praça do Estudante, há comércios não-essenciais funcionando como se fossem exclusivamente delivery ou apenas para retirada, mas atendendo pessoalmente. E que há outras lojas na mesma situação: na rua Sete de Setembro e na rua João Gonçalves, no Centro.
Comerciantes que obedecem a quarentena estão se sentindo prejudicados e pedem ação da Prefeitura, no sentido de coibir essa prática. “O decreto não pode valer para quem quer colaborar no combate à pandemia e não valer para quem não está nem aí para a saúde pública”, desabafa uma microempresária.
A Secretaria de Desenvolvimento Urbano tem feito blitze e multado estabelecimentos. Mas o número de fiscais não tem sido suficiente para averiguar todos os casos, principalmente na periferia.
O abrandamento no decreto que fixou normas para o funcionamento do comércio, que deveria ter iniciado nesta quarta-feira, 6, foi adiado para o dia 10, atendendo recomendação do Ministério Público, para ter uniformidade com a decisão do governo estadual.
Como os casos de contaminação têm aumentado em níveis que podem levar à saturação do sistema de saúde, provocando mais mortes, há perspectiva de que as medidas de isolamento continuem ou até sejam intensificadas.

