A Placa Mercosul prevê a volta da inscrição da cidade e do estado de registro do veículo – essa informação, que vinha na placa cinza, foi removida da atual chapa de identificação veicular logo após sua introdução no Rio de Janeiro, em 2018, sob alegação de corte de custos.
A volta da menção ao município na placa Mercosul está prevista em projeto de lei do senador Esperidião Amin (PP-SC) que foi aprovado nesta semana pela CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania) do Senado Federal e segue para análise da Câmara dos Deputados
Introduzida inicialmente no Rio de Janeiro em setembro de 2018, a Placa Mercosul passou a ser adotada em todo o território nacional no ano de 2020.
Segundo o texto do PL, sua remoção acabou prejudicando a identificação geográfica dos veículos, trazendo consequências negativas para quem trabalha na fiscalização do trânsito.
Além disso, uma emenda do senador Davi Alcolumbre (União-AP) determina a inclusão da ilustração da bandeira do estado, retomando o formado que era adotado no projeto original da Mercosul.
Pelo projeto de lei, a reintrodução da cidade e do estado nas placas entraria em vigor apenas um ano após sua publicação, com efeitos somente para emplacamentos ocorridos após essa data. Dessa maneira, carros já emplacados continuariam como estão, sem necessidade de trocar as respectivas chapas.

