Moradora do Inocoop, região de Bonsucesso, mãe de aluna da EPG Bárbara Andrade Tenório reclama que os uniformes foram entregues, porém muitos alunos não os receberam, porque vieram em falta os números 16, 18 e P. Só havia uniformes até o número 12. Entre alunos de 3°, 4°, e 5° anos, raramente o número 12 serve. A filha também ficou sem tênis, pois não havia o n° 35.
A mãe registrou queixa na própria escola e tentou falar na Ouvidoria da Secretaria da Educação, mas ninguém atendeu. Preencheu o formulário de reclamação, mas na hora do envio o sistema falha.
Nas redes sociais, queixas semelhantes revelam que o problema não é exclusivo dessa escola, mas generalizado.
Enviamos questionamento à Assessoria de Imprensa da Prefeitura, solicitando que a Secretaria de Educação responda:
- Quais critérios foram utilizados para definir os números dos uniformes escolares?
- Por que o número máximo é o 12?
- Por que não há tênis número 35?
- Qual o canal pelo qual as famílias podem se comunicar com a Secretaria de Educação?


