InícioCURSO DE QUALIFICAÇÃO PROFISSIONALEscola digital co.liga alcança mais de 60 cursos gratuitos em diferentes áreas

Escola digital co.liga alcança mais de 60 cursos gratuitos em diferentes áreas

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A co.liga, escola digital da Fundação Roberto Marinho e da Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI), com o apoio do Instituto Motiva, por meio da Motiva Minas_SP, ultrapassou a marca de 60 cursos gratuitos disponíveis em sua plataforma online. Os cursos abrangem diversas áreas, como tecnologia, negócios, comunicação, música, educação e desenvolvimento pessoal, entre outros.

Por meio do site oficial da co.liga, pessoas a partir de 15 anos podem realizar as aulas virtualmente e, ao concluir as atividades, recebem um certificado de conclusão. Essa iniciativa reforça um dos principais compromissos do Instituto Motiva: democratizar o acesso à educação e promover formação de qualidade para pessoas de todas as regiões do Brasil.

“Acreditamos que a educação é a chave para impulsionar a economia criativa no Brasil. Por isso, nosso apoio à co.liga vai além da formação técnica; estamos contribuindo para a criação de um futuro mais inclusivo e inovador. Dessa forma, buscamos fortalecer setores estratégicos como arte, design, tecnologia, gastronomia e negócios, permitindo que esses jovens se tornem protagonistas do desenvolvimento econômico e social do país”, Renata Ruggiero, presidente do Instituto Motiva.

Para o secretário-geral da Fundação Roberto Marinho, João Alegria, a coliga é parte da estratégia da Fundação Roberto Marinho de atuar com a inclusão produtiva das juventudes. “É um projeto de educação digital e criação de oportunidades de vivências práticas de trabalho, muito importantes para os jovens, principalmente os que mais sofrem com as desigualdades sociais do Brasil”.

Inteligência Artificial

Nos últimos dois anos, as buscas por soluções de inteligência artificial generativa para elevar a produtividade dispararam e transformaram o tema em um dos mais pesquisados na internet, segundo o Google Trends. No Brasil, diferentes ferramentas se popularizaram, sobretudo para atividades de estudo e trabalho. Ainda assim, a IA costuma ser vista como concorrente nos processos criativos, seja na produção de textos e imagens ou na elaboração de ideias.

Diante desse cenário e do desafio de fortalecer a autoria na economia criativa, a Motiva, por meio do Instituto Motiva, e a co.liga estruturaram duas formações complementares que atendem tanto profissionais da área quanto o público geral. Os novos cursos, que ampliam a oferta formativa da escola digital nas áreas de cultura, tecnologia e economia criativa, propõem uma abordagem prática: exploram desde a experimentação de ferramentas de IA até sua aplicação na concepção, estruturação e execução de projetos criativos. 

Formação prática e estratégica em IA

O primeiro curso, “Experimentações Criativas com IA Generativa”, tem como objetivo apresentar as possibilidades e limites da IA generativa na criação. A intenção é que o estudante possa testar diferentes ferramentas, além de refletir sobre o uso ético, autoria e acessibilidade da tecnologia.

Já a segunda trilha, “Criando um Projeto Criativo com IA Generativa”, é uma formação mais específica para profissionais da área criativa, e apresenta formas de utilização da IA para o desenvolvimento de um projeto criativo completo. A proposta é mostrar como a IA pode ser usada para mapear e organizar etapas, além de buscar referências, estruturar ideias e testar caminhos, sem abrir mão da autoria.

Segundo Alzira Silva, as duas formações são complementares e podem ajudar também quem não atua especificamente no campo criativo. Os cursos foram elaborados com base na metodologia “incluir para transformar”, a qual garante que o aprendizado seja gradual, utilizando técnicas de Design Thinking para organizar ideias.

As formações foram desenvolvidas com a consultoria da especialista em inovação estratégica e transformação digital, Giselle Santos. Segundo a profissional, a inteligência artificial produz desafios, mas também gera oportunidades significativas no campo da cultura e criatividade.

“A IA pode tornar as obras mais acessíveis, reduzindo custos de infraestrutura e facilitando recursos como legendagem e audiodescrição. O próprio processo de criação pode ficar mais ágil, escalável e eficiente, inclusive na curadoria. Além disso, a IA permite maior rastreabilidade dos trabalhos, com o uso de tecnologias como o blockchain, que ajudam a registrar e acompanhar a autoria. Ou seja, ela traz ganhos importantes de escala e organização para quem produz”, avalia Santos.

Ainda segundo a consultora, a IA tem alterado a percepção sobre criatividade e produtividade. “O risco não está na máquina criar, mas em supervalorizarmos o que é rápido e performático e deixarmos de lado a qualidade, a intenção e a responsabilidade autoral”, finaliza Santos.

Mais de 60 cursos gratuitos da co.liga

Site para inscrição: https://coliga.digital/pt-BR

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