Em novembro/de zembro (2013) e janeiro de 2014 foram confirmados 17 casos da doença. Já em novembro/dezembro (2014) e janeiro de 2015, o número subiu para 50. Os dados são da Secretaria de Saúde.
A crise hídrica fez com que o armazenamento d’ água aumentasse e com isso crescesse também a desatenção dos moradores para os cuidados necessários para se evitar a proliferação do Aedes aegypti.
A recomendação da Prefeitura é que os munícipes redobrem atenção para evitar deixar água parada em baldes, galões, tambores e piscinas.

