Foto: Alexandre de Paulo

Dois de março de 1996, o dia em que o Brasil enlutou, devido à precoce morte da irreverente trupe guarulhense que conquistou o País com suas músicas escrachadas e cheias de graça.

Completaram exatos vinte anos desde que os meninos de Guarulhos (Dinho, Bento, Samuel, Sérgio e Júlio) deixaram a alegria que marcou a banda Mamonas Assassinas na memória e no coração dos fãs.

Quem via não acreditava: de uma banda formada no Parque Cecap (Utopia), que mal vendeu cem cópias, para o megafenômeno nacional que alcançou a surpreendente marca de três milhões de cópias vendidas, sendo um milhão em apenas cem dias de seu único disco, que fez história em um país recém-saído da Ditadura Militar. Foram oito meses que marcaram a música brasileira de forma inusitada.

O trágico acidente aéreo que chocou o Brasil naquela noite interrompeu a carreira da trupe, mas jamais o sucesso da Brasília amarela que ‘tá’ de portas abertas, pra ‘mode’ a gente se amar… (Dá para apostar que você continuou a música e ficou com saudades).