
Respingando
É visível a preocupação do pré-candidato a prefeito Jorge Wilson (PRB) em relação a possível condenação no STF por peculato de seu padrinho político, Celso Russomano. Se o Supremo acatar as considerações do procurador-geral até agosto, prazo para registro das candidaturas, Russomano não poderá disputar a prefeitura de São Paulo nas eleições deste ano. A ação seria um desastre também para o Xerife guarulhense, uma vez que sua campanha está totalmente apoiada em seu protetor.
Bola rolando
De acordo com os servidores públicos municipais, o jogo ainda não acabou. Caso o prefeito insista em manter congelados os valores dos vales refeição e alimentação, o funcionalismo de Guarulhos entrará em greve a partir da zero hora do dia 1º de junho. A decisão foi tomada em assembléia realizada na última 3ª feira, dia 24, quando a categoria decretou estado de greve. O recuo de Almeida (PT) em não parcelar o reajuste salarial está sendo considerado somente como parte da luta vencida.
De mal a pior
O secretário de Saúde, Carlos Derman (PT) apresentou na manhã de ontem relatório nada animador de sua pasta. Segundo ele, das obras previstas pela atual gestão, sete Unidades Básicas estão em andamento e dois pronto atendimentos em construção. De acordo com o petista, Guarulhos necessita hoje de pelo menos mais 100 médicos para atender a demanda: “E isso não resolve o problema. Necessitamos ainda de mais equipamentos e medicamentos”, apontou.
Batalha jurídica
A juíza eleitoral Célia Perini mandou notificar o presidente do Movimento Amo Guarulhos, José Antonio Rodrigues, para que retire do Facebook, no prazo de 24 horas, vídeo que ataca o pré-candidato a prefeito do Democratas, Eli Corrêa Filho, sob pena de pagamento de multa diária no valor de R$ 5 mil. O Movimento Amo Guarulhos tem 48 horas para apresentar defesa. Sem entrar no mérito, a ação serve de alerta para aquelas pessoas que acreditam que podem dizer o que quiserem nas redes sociais.
Mais liberdade
A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara decidiu fazer um substitutivo (com parecer favorável) ao PL 1119/2013, de João Dárcio (PTN), que veda o Poder Executivo de celebrar convênios, contratos ou acordos que impeçam ou restrinjam o servidor público a operações de crédito ofertadas por outras instituições, inclusive aquelas com consignação em folha de pagamento. A propositura deverá incluir os servidores da Câmara também. Desta forma os funcionários poderão escolher o banco que quiserem fazer as operações.



