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Academia Guarulhense de Letras comemora 43o. aniversário

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Fundada em 08/12/1978, a Academia Guarulhense de Letras (AGL) comemorou, na noite de terça-feira, 14/12, no Espaço Livre Café Bar, seu 43o. aniversário, com o lançamento da 23. edição de sua revista anual, contendo artigos, crônicas, contos e poemas de 17 membros do Sodalício.

A solenidade contou com a presença do ex-secretário de Cultura, Vitor Souza; de Antonio Carlos Fernandes, assessor do vereador Martello e do conselheiro do Inep e coordenador de projetos estratégicos da Câmara Temática de Pesquisas e Proposições do Legislativo local, Devanildo Damião da Silva, também membro efetivo da AGL; acadêmicos, familiares, artistas e amigos das artes e da cultura em geral.

O presidente da Academia, jornalista Valdir Carleto, saudou os presentes e solicitou que fosse entoado o hino da entidade, cuja melodia é de autoria do maestro Armando Atílio Colacioppo Sobrinho, atual vice-presidente; e a letra de Mauro dos Santos Oliveira, secretário-geral.

A presidente do Conselho Fiscal e ex-presidente da AGL, professora Antonia Conceição Vaz Duarte, explanou sobre obras suas que compõem a nova edição da revista da entidade. A artista plástica Jandilisa Grassano, que ingressou neste ano como membro efetivo da Academia, doou obra de sua autoria – um floral contemporâneo, espatulado com tinta acrílica sob resina transparente – para uma ação que rendeu recursos para a AGL, permitindo igualar receitas e despesas no corrente ano.

O acadêmico e professor Jacques Miranda apresentou peça lítero-musical de sua autoria, intitulada “Humildade de aprendiz”. O acadêmico José Roberto Jerônimo declamou um poema que fez em retribuição a homenagem que recebeu de Elaine Patrícia. O jurista e professor Bismael B. Moraes, ex-presidente da AGL, declamou cordel de sua autoria.

A acadêmica honorária Wilma Colacioppo procedeu às apresentações das atrações musicais: a jovem Isabella Brito acompanhada ao violão pelo professor Edson, do Conservatório Musical de Guarulhos; quarteto de cordas, formado pela professora Giovanna e pelos alunos do Conservatório Letícia Lobo, Luciano Nascimento e Gabriel Guimarães Nascimento; e o compositor Gilson Santos Ferreira, interpretando o “Samba inútil”, de sua autoria, com letra do poeta Castelo Hanssen, um dos fundadores da AGL, que com ele trabalhou por muitos anos no Jornal Olho Vivo e faleceu em março de 2020.

O comunicador José Augusto Pinheiro, também ex-presidente da Academia, como orador oficial da entidade, fez referência aos fundadores, lembrando que o último deles, o professor Ary Baddini Tavares, faleceu recentemente e que, por consequência, o futuro da instituição está agora totalmente nas mãos de membros que ingressaram posteriormente e que têm agora a missão de levar adiante o legado recebido, difundindo o apego à cultura e o hábito da leitura, principalmente entre os jovens estudantes.

A advogada Regina Biagini fez uso da palavra para agradecer as homenagens prestadas a seu marido, João Carlos Biagini, bem como pelo apoio recebido dos pares por ocasião de seu falecimento. Augusto Pinheiro leu texto de Mauro Santos Oliveira dedicado ao saudoso Biagini.

O conteúdo integral da edição 23 da Revista da Academia Guarulhense de Letras está disponível no site www.academiaguarulhense.org.br



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