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Moradores da rua Salgado pedem atenção da Prefeitura

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Moradores da rua Salgado (cep 07131-320, no Jardim Célia, região do Cocaia, reclamam da falta de serviços que eram executados pelo Proguaru.

Havia sido protocolizado o pedido 57.924 para serviços de capina, varrição, retirada de entulho e pintura das guias, em toda a extensão da via. Mas a demanda não foi atendida, devido ao processo de extinção da empresa e, de acordo com moradores, o local está abandonado há meses.

“O problema é crônico, pois é um ponto viciado de descarte irregular. O mato alto já toma conta da calçada e o entulho também dificulta a passagem, o que pode ocasionar acidentes e provoca o aparecimento de pragas urbanas”, diz um munícipe.

 

Internautas que queiram enviar queixas e sugestões para serem publicadas podem fazê-lo pelo canal Vc Repórter do Click – WhatsApp 98849-7425.

As demandas que dependem da Prefeitura não estão mais sendo enviadas à Assessoria de Imprensa, pois esse setor, vinculado à Secretaria de Governo, não aceita mais a incumbência de encaminhá-las aos departamentos responsáveis pelos serviços municipais.

Para que as providências sejam tomadas, dependemos, então, de que os internautas colaborem compartilhando as postagens para que as secretarias tomem conhecimento.

Opinião

Embora a Proguaru viesse esporadicamente executando tais serviços, cabe ressaltar que a responsabilidade pela conservação e limpeza das calçadas é dos proprietários ou ocupante de cada imóvel. Segundo informações colhidas pela Reportagem do Click Guarulhos, parte da extensão da calçada da rua Salgado é do Condomínio Residencial Jardim das Flores; e outra parte pertenceria à Cooperativa que construiu o Residencial, mas encerrou as atividades no local; o terreno está abandonado. Cabe, então, à Secretaria de Desenvolvimento Urbano intimar os proprietários ou atuais responsáveis pelos trechos que necessitam de cuidados para que providenciem a capina e limpeza.

Os casos de pontos viciados de descarte precisam ser combatidos, pois, com a existência dos Ecopontos (antigos PEVs) e agora também com a Operação Cata-Treco, nada justifica que pessoas ou empresas ajam de forma a prejudicar a coletividade. No entanto, falta fiscalização e os desmandos continuam. A colocação de câmeras, assim como funciona para flagrar infrações de trânsito, seria uma forma de coibir o descarte irregular. Enquanto os métodos de atuação continuarem os mesmos, serão idênticos os maus resultados. É preciso inovar.

A população também precisa colaborar, destinando corretamente os resíduos e nunca contratando quem trabalha com carrinhos de coleta e que, geralmente, despejam o material nas vias públicas, ao invés de destiná-lo aos locais corretos.

Valdir Carleto

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