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Risco de internação por Covid é 257 vezes maior do que por reação a vacina

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Um boletim divulgado pelo Ministério da Saúde sobre a situação da Covid-19 no Brasil reforça que as vacinas são seguras, que o número de incidentes relacionados ao imunizantes é baixíssimo e que os riscos de ter complicações pela doença é muito maior do que por eventos relacionados à vacinação.

Os dados do boletim vão na mesma direção de estudos relevantes já divulgados, inclusive recentemente, apontando que tomar a vacina é mais seguro do que pegar Covid-19, conforme pesquisa em Israel que analisou eventos adversos e reações.

Especificamente no Brasil, de acordo com o Boletim Epidemiológico Especial do ministério, a notificação de algum evento adverso relacionado à vacinação ocorre somente 0,005% do total de doses aplicadas.

“A maioria dos eventos adversos notificados com as vacinas Covid-19 são evento adverso não grave (EANG) (92%), sendo que a incidência de EAG notificados no Brasil foi de cerca de 5,1 eventos a cada 100 mil doses aplicadas, ou seja, 0,005% do total de doses aplicadas no período analisado”, aponta o boletim.

Além de apontar o baixíssimo percentual de eventos adversos, o boletim ainda aponta que o risco de internação por alguma Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) é 257 vezes maior do que ser hospitalizado por causa de algum efeito da vacinação.

O cálculo considera os do Boletim Epidemiológico Especial Covid-19 número 89, que analisada os númerso até o dia 22/11, quando país tinha 2.775.666 internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 611 mil óbitos confirmados pela covid-19 no Brasil.

“Portanto, 1,3% da população brasileira (ou 1.310 a cada 100 mil habitantes) foi internada ou evoluiu para o óbito por SRAG entre 2020 e 2021, no mesmo período a mortalidade por covid-19 foi de 288,6 a cada 100 mil habitantes, o que corresponde a um risco 257 vezes maior de ter sido internado por SRAG e 56,6 vezes maior de ter morrido pela covid-19 até o presente momento do que o risco de ocorrência de um Eventos Adversos Pós-Vacinação (EAPV).”

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