A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) parabeniza a decisão do Banco Central em diminuir a taxa de juros básica da economia brasileira, a Selic, em 0.5 pontos porcentuais, para 13,25%,
No entendimento da Fecomercio, o corte mostra-se correto considerando, principalmente, as quedas nos índices de inflação e as perspectivas para os próximos anos, assim como a melhora da avaliação do Brasil em agências de classificação de risco.
Assim, segundo a entidade, a autoridade monetária continua atuando pela estabilidade do país, como tem feito desde o início do ciclo de altas e manutenção da Selic, durante a pandemia de covid-19. Na nota oficial divulgada, a Fecomércio aponta que o Bacen provavelmente levou em conta o último relatório do IPCA-15, que registrou deflação de 0,07% em julho, com um acúmulo de 3,09% em 2023.
“A inflação do setor de serviços, especificamente, se mantendo dentro da banda de 4% neste ano, também colaborou para o reajuste. Com todos esses resultados, o mercado espera uma inflação também dentro da banda em 2024, abaixo da casa dos 4%, como se vê nos últimos boletins Focus”, cita.
A nota da Fecomércio afirma, ainda, que nas últimas semanas, surgiram diversas notícias boas tomaram sobre o ambiente econômico.
“O Brasil teve uma melhora na sua nota de crédito da Fitchs, uma das maiores agências de classificação de risco do mundo, o que ajuda a manter o câmbio equilibrado e favorece as perspectivas do país no cenário global. Internamente, os preços dos alimentos – que foram vilões durante a pandemia – apareceram comportados nos relatórios, por consequência, justamente, dos dois primeiros pontos citados. Junta-se a isso a competitividade brasileira em relação às economias semelhantes, em termos de mercado, mas também institucionais”, concluiu.

