O secretário municipal de Saúde Carlos Derman apresentou relatório de atividades feitas no primeiro quadrimestre de 2016 referentes à sua Pasta no plenário da Câmara Municipal na manhã desta terça-feira, 30.

Os primeiros quatro meses deste ano apontam, entre as receitas do município (IPTU, ISS, Imposto de Renda Retido na Fonte e quota-parte do ICMS, entre outras), para um total arrecadado de R$ 955.019.761,00. Significam 38.35% do total orçado para o ano, no valor de 2.490.096.600,00.  Os recursos próprios representam 81% do total. “Ainda temos recursos a receber do Estado e da União, um tanto tímidas em relação à previsão, mas esperamos até o final do ano obter a quantia prevista”, comentou Derman.

O secretário de Saúde ainda falou sobre as despesas de acordo com cada um dos quatro programas da pasta: Aperfeiçoamento da Gestão do Sistema Único de Saúde Melhoria da Atenção Básica em Saúde, Ampliação e Melhoria da Média e Alta Complexidade, Especialidades Médicas e Vigilância em Saúde. Também foram apresentadas os gastos por categoria (pessoal e encargos, material de consumo, auxílio-alimentação, locomoção), liquidações e pagamentos, saldos da conta corrente da Secretaria, número de consultas médicas, atendimentos e procedimentos e consultas odontológicas, além de atividades de auditoria e esterilizações em cães e gatos, entre outros.

Em relação a obras previstas pela atual gestão municipal, foram destacadas sete UBS em andamento, como as de Ponte Grande, Belveder e Inocoop. Em construção, estão  as UPAs Cumbica e Parque Primavera. A atual gestão concluiu 12 UBSs , como os do Jardim São Rafael, Vila Galvão e Ponte Alta.

Ao responder indagações do público presente, Carlos Derman comentou, por exemplo, que Guarulhos necessita de pelo menos cem médicos, e acrescentou: “Mas só ter médico não resolveria o problema da saúde da população é, preciso mais, como equipamentos e medicamentos, por exemplo”, afirmou. “Mas temos que ver o momento de crise econômica do País e respeitar a Lei de Responsabilidade Fiscal antes de contratar ou investir em obras”, alertou o secretário.