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Voos do Aeroporto de Cumbica são cancelados por causa de greve geral na Argentina

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A greve de funcionários do Aeroporto de Ezeiza, em Buenos Aires, a capital da Argentina, causa reflexos no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, na manhã desta quinta-feira, 6, informou a GRU Airport. Ao menos 24 voos foram cancelados. A greve também afeta voos no Rio de Janeiro e em Porto Alegre.

Segundo informou a concessionária do Aeroporto Internacional de São Paulo ao G1, oito chegadas e seis partidas da companhia Latam que ocorreriam ao longo do dia para Buenos Aires foram canceladas, bem como cinco chegadas e cinco partidas da companhia Aerolíneas.

 

A Latam orienta os passageiros afetados para que reprogramem suas viagens para outros dias ou por outras rotas sem cobrança de multas ou tarifas por meio do site na área Consulta de Alteração ou na Central de Ajuda. Também é possível solicitar o reembolso do bilhete sem multa.

A Aerolíneas também oferece a possibilidade de troca de voo pelo telefone 0800-7610254, nas lojas de vendas ou nas agências de viagem. A companhia assegura uma política especial para reacomodação, troca e reembolso para minimizar o impacto do cancelamento.

Fonte: G1

Greve na Argentina

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, enfrenta nesta quinta-feira, 6, a primeira greve geral em 16 meses de governo. As duas principais centrais sindicais do país exigem aumentos salariais para acompanhar a  inflação, que em 2016 foi de 40%, além de reclamar medidas para compensar a perda de empregos, causada pela politica de abertura econômica.

O governo argumenta que não pode dar aumentos muito superiores à meta inflacionária deste ano, de 17%, e assegura que as medidas adotadas (entre elas, o reajuste dos preços dos serviços públicos, congelados desde a crise de 2001) atrairão investimentos, tirando o país da recessão. Como não houve acordo, a Confederação Geral do Trabalho (CGT) e a Central de Trabalhadores Argentinos (CTA) decidiram paralisar o transporte público e o país, enquanto as organizações sociais de esquerda se mobilizaram para bloquear as principais vias de acesso aos centros urbanos.

Cerca de 800 voos foram cancelados. Os trens, o metrô e os ônibus não circularão até a meia-noite. O líder sindical dos motoristas de táxi, Omar Viviani, chegou a ameaçar os que furarem a greve, prometendo “virar os carros”. Ele acabou sendo convocado para depor, perante a Justiça, acusado de atentar contra a liberdade do trabalho. “Mas o medo já está instalado”, disse à Agência Brasil o motorista Fernando Bianci. “Eu sempre trabalhava em dia de greve porque preciso, mas não posso correr o risco de ficar sem meu táxi, porque alguém resolveu arrebentá-lo”.

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