A fala sobre o funcionalismo público do secretário de Desenvolvimento Científico, Econômico, Tecnológico e de Inovação Rodrigo Barros, foi motivo de discussões nesta quinta-feira, 26.
Vereadores da oposição afirmaram que o discurso do secretário em um evento da iniciativa privada foi ofensivo aos servidores. Rômulo Ornelas (PT) afirmou que o secretário “esculachou” com os servidores públicos e que essa atitude era inaceitável.
Parlamentares da base governista afirmaram que o secretário foi mal interpretado e que a intenção de Rodrigo Barros não era denegrir o funcionário público. Eduardo Carneiro (PSB), que é líder da situação, sugeriu que o secretário compareça em uma reunião da Comissão de Administração e Funcionalismo Público para tirar qualquer interpretação errônea de suas palavras.
Em sua página no Facebook, Barros publicou um vídeo em que explica a intenção de sua fala. Filho de funcionários públicos, o secretário afirma que não faltaria com respeito ao funcionalismo e que sua fala referia-se a um propósito de vida. Confira:
Ordem do Dia
Na Ordem do Dia os parlamentares analisaram quatro proposituras em segunda discussão e votação. Todas elas foram aprovadas e seguem para a sanção do prefeito. Entre os itens, os projetos aprovados foram: PL 3928/2013, de Dr. Alexandre Dentista (PSDC), que trata da medicação de alto custo, e PL 2554/2016, de Zé Luiz (PT), que versa sobre a instalação de tomadas elétricas em todos os ônibus do transporte coletivo da cidade.
Também foram aprovados dois textos substitutivos aos projetos: PL 2844/2014, de Toninho da Farmácia (PSD), que cria o Serviço Móvel de Prevenção de Doença; e PL 2222/2016, de Edmilson Souza (PT), que dispõe sobre a proibição do uso de recursos públicos para a contratação de artistas que, em suas músicas, danças ou coreografias, incentivem a violência ou exponham as mulheres em situação de constrangimento. Ambos os substitutivos trazem alterações redacionais para maior clareza do texto do projeto.

