Depois de toda polêmica envolvendo o contrato emergencial para gestão do aterro sanitário de Guarulhos, não havia ficado claro quem estaria executando o serviço desde o dia 21, quando o contrato em questão foi cancelado pelo prefeito Guti.
O contrato havia sido firmado emergencialmente com a empresa Landfill Engenharia e Consultoria (Leonardo Marques Resende Tavares – EPP) por R$ 2.130.000 mensais, por seis meses, porque a licitação aberta para seleção de uma empresa foi sustado pelo Tribunal de Contas do Estado.
No mesmo dia do cancelamento, perguntamos à Prefeitura, por meio da Assessoria de Imprensa, quem ficaria gerenciando o aterro até que a licitação seja concluída. A abertura das propostas estava prevista para o dia 27 de novembro.
Nesta tarde, a Subsecretaria de Comunicação informou que “A Secretaria de Serviços Públicos da Prefeitura de Guarulhos informa que, em respeito ao prazo para ampla defesa e contraditório necessário para se findar o contrato, a empresa Landfill segue realizando as operações no aterro sanitário de Guarulhos.”

